Diversos filmes de animação ficaram lembrados por terem uma aparência, no mínimo, peculiar e pouco agradável aos olhos. E desde o surgimento do 3D, o que não faltam são exemplos consistente de animações que falharam em ser esteticamente belas, como Deu a Louca na Chapeuzinho (2005), Tarzan: A Evolução da Lenda (2013), O Expresso Polar (2004) e A Casa Monstro (2006). Todas estão disponíveis em streamings como Netflix, HBO Max e Apple TV.
Independente da história ser cativante ou não, esses títulos se destacaram por apresentarar péssimos design de personagens, movimentação pouco consistente, falta de renderização ou a busca por assimilação com o conteúdo real. E nessa lista do TechTudo, apresentamos uma lista desse e de outros títulos disponíveis no streaming onde você pode reviver memórias (ou desconfortos). Relembre, a seguir, elenco de vozes, enredo e onde assistir a cada uma delas.
Filmes como Deu a Louca na Chapeuzinho não conseguiram passar no teste de qualidade do público e crítica — Foto: Reprodução/The Movie Database Relembre os filmes com as técnicas mais questionáveis de animação.
- A Casa Monstro (2006)
- Deu a Louca na Chapeuzinho (2005)
- O Expresso Polar (2004)
- A Lenda de Beowulf (2007)
- Cats (2019)
- Final Fantasy (2001)
- O Diário da Barbie (2006)
- O Homem Duplo (2006)
- Tarzan: A Evolução da Lenda (2013)
- Marte Precisa de Mães (2011)
- O Rei Leão (2019)
- Os Fantasmas de Scrooge (2009)
- Uma Fazenda Maluca (2008)
Sucesso na era do DVD, A Casa Monstro se tornou um exemplar de como fazer um bom filme de terror acessível (mas não menos assustador) para crianças e adultos. A história é centrada no trio de amigos Dustin James "D.J." Walters, Charles "Bocão" Peterson e Jenny Bennett, que juntos decidem investigar os mistérios de uma antiga casa que parece ter vida própria – e não gosta nenhum pouco da vizinhança. Mitchel Musso (Hannah Montana), Sam Lerner (Lethal Seduction), Spencer Locke (Pânico na Escola), Steve Buscemi (Fargo) e Maggie Gyllenhaal (Donnie Darko) são algumas das vozes famosas do elenco.
A Casa Monstro se tornou um ícone de culto presente até hoje em edits no TikTok e recortes de frases no Facebook e Instagram. Mas é preciso admitir: mais assustador que o filme é o design dos personagens. Olhos sempre arregalados, rostos chupados e pálidos, além da captura de movimentos que deixa o filme de estreia do diretor Gil Kenan (Ghostbusters: Apocalipse de Gelo) "monstruoso" além da conta.
- Gênero: terror, aventura.
- Direção: Gil Kenan
- Notas: 6,7 no IMDb e 75% no Rotten Tomatoes (selo "fresh")
- Onde assistir: HBO Max
Estética usada em A Casa Monstro dá a entender que os personagens estão aterrorizados a todo momento — Foto: Reprodução/The Movie Database 2. Deu a Louca na Chapeuzinho (2005)
Próximo de A Casa Monstro, um outro filme animado conquistou o público infantil e adulto unindo a aventura musical com um divertido suspense policial. A trama reimagina o conto da Chapeuzinho Vermelho colocando a garotinha, sua avó (uma idosa que adora esportes radicais), o Lenhador (um ator fracassado e infantilizado) e o Lobo Mau (repórter investigativo) na mira de um detetive sapo que acusa o grupo de uma série de crimes, de invasão à domicílio a uso de machado sem licença.
A história de Deu a Louca na Chapeuzinho só não é mais maluca do que os bastidores. O filme foi produzido de forma independente com um custo de apenas US$ 8 milhões (O Galinho Chickenlittle, lançado pela Disney no mesmo ano, custou R$ 150 milhões). O baixo orçamento evidencia a péssima (ou a nula) renderização do filme, além do design primário dos personagens. Por outro lado, graças à distribuição da companhia The Weinstein Company (antes liderada por Harvey Weinstein) e a presença de Anne Hathaway (O Diabo Veste Prada), Gleen Close (101 Dálmatas) e outros famosos na dublagem, o longa conseguiu arrecadar cerca de US$ 110 milhões em bilheteria.
- Gênero: musical, suspense, aventura.
- Direção: Todd Edwards, Tony Leech e Cory Edwards
- Notas: 6,5 no IMDb e 46% no Rotten Tomatoes (selo "podre")
- Onde assistir: Claro TV+
Apesar da história que divertiu o público brasileiro, Deu a Louca na Chapeuzinho apresenta uma péssima renderização e design de personagens — Foto: Reprodução/The Movie Database 3. O Expresso Polar (2004)
Numa época em que as animações em 3D estavam consolidadas em Hollywood, o diretor Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro) quis elevar o nível dessas produções ao dirigir O Expresso Polar, adaptação do romance de Chris Van Allsburg que conta com captura de movimentos. Na história do filme, vemos a viagem de um garoto descrente com o Papai Noel em um trem mágico rumo ao Polo Norte. Ao lado de um carismático condutor, o menino redescobre ao lado de outras crianças a verdadeira simbologia do Natal.
O filme utilizou em sua época técnicas modernas de capturas de movimento e expressões mais realistas do corpo e das expressões humanas. Mas não demorou muito para que todo esse trabalho caísse no vale da estranheza de tão datado que ficou. Mesmo com a presença de Tom Hanks (Elvis) dando seu rosto carismático ao longa, não há cristão no mundo que consiga se conectar com a magia do Natal ao observar, por 100 minutos, reproduções "realistas" de seres humanos como as descritas na imagem abaixo.
- Gênero: aventura, natal
- Direção: Robert Zemeckis
- Notas: 6,6 no IMDb e 55% no Rotten Tomatoes (selo "podre")
- Onde assistir: Amazon Prime Video, HBO Max e Telecine
Mirando no realismo, O Expresso Polar acabou acertando no Vale da Estranheza — Foto: Reprodução/The Movie Database 4. A Lenda de Beowulf (2007)
Após o lançamento de O Expresso Polar, Robert Zemeckis voltou a insistir na produção de animações com capturas realistas de movimentos e expressões humanas ao dirigir A Lenda de Beowulf. Com a ajuda do roteiro escrito por Neil Gaiman (autor de Deuses Americanos), Zemeckis adapta o poema épico anglo-saxão do século VIII que narra a vida de Beowulf, um herói dinamarquês que protagoniza uma luta contra o horrendo demônio Grendel e sua mãe, uma criatura sedutora e misteriosa.
Ray Winstone (Scum), Anthony Hopkins (O Silêncio dos Inocentes), John Malkovich (Na Linha de Fogo) e Angelina Jolie (Eternos) são alguns dos nomes mais lembrados do elenco de dublagem e captura de movimentos. Assim como aconteceu com O Expresso Polar, A Lenda de Beowulf novamente caiu no vale da estranheza, embora fosse mais focado na criação de elementos fantásticos. Nos dias atuais, A Lenda de Beowulf soa muito parecido com as cutscenes de jogos recentes da franquia God of War.
- Gênero: ação, fantasia
- Direção: Robert Zemeckis
- Notas: 6,3 no IMDb e 71% no Rotten Tomatoes (selo "fresh")
- Onde assistir: aluguel no Amazon Prime Video, Apple TV e Claro TV
A Lenda de Beowulf ficou rapidamente datado por conta da aparência de gráfico de PS$ — Foto: Reprodução/The Movie Database Depois de décadas de sucesso na Broadway, o musical Cats finalmente chegou aos cinemas em 2019 sob a direção de Tom Hopper (Os Miseráveis) e com a presença de um time de astros do cinema e da música no elenco, a exemplo de Idris Elba (Sequestro no Ar), Jennifer Hudson (Respect), Ian McKellen (franquia Senhor dos Anéis), Judi Dench (007 - Operação Skyfall) e os cantores Jason Derulo e Taylor Swift.
Todos esses astros acima, e mais alguns outros, participaram desse longa que une live action com corpos animados em CGI. E, bom, só o trailer já anuncia que a ideia do musical deveria nunca ter saído do teatro. A tentativa de antropomorfizar os personagens desceu profundamente do vale da estranheza para o pré-sal da bizarrice. O título se tornou um fracasso de bilheteria e vencedor de seis estatuetas no Framboesa de Ouro (incluindo Pior Filme).
- Gênero: musical
- Direção: Tom Hooper (A Garota Dinamarquesa)
- Notas: 2,8 no IMDb e 19% no Rotten Tomatoes (selo "podre")
- Onde assistir: aluguel no Amazon Prime Video, Apple TV, Claro TV e YouTube
Cats foi massacrado pela crítica devido ao péssimo design dos personagens felinos — Foto: Reprodução/The Movie Database 6. Final Fantasy: The Spirits Within (2001)
Em 2001, a franquia Final Fantasy estava mais do que consolidada na indústria dos games. Mas seu criador, Hironobu Sakaguchi, quis promover a marca para os cinemas. Surge então o lançamento de Final Fantasy: The Spirits Within, uma história mais puxada para a ficção científica e fantasia espacial que nada tinha a ver com o enredo dos jogos. Na trama, que se passa em 2065, sobreviventes de um ataque alienígena na Terra tentam encontrar a cura para uma infecção letal trazida pelos invasores.
Ming-Na Wen (O Mandaloriano), Alec Baldwin (Os Fantasmas se Divertem), Donald Sutherland (Jogos Vorazes), James Woods (Cassino), Ving Rhames (Pulp Fiction), Peri Gilpin (Frasier) e Steve Buscemi fazem parte do cast de dublagem do longa. Olhando sob a perspectiva da época, Final Fantasy foi ousado ao buscar o fotorrealismo nas animações digitais de Hollywood. Mas não demorou muito para que o longa ficasse rapidamente datado, muito por conta do enredo fraco e pouco emocionante que contribuiu para o baixo desempenho de Final Fantasy nas telonas.
- Gênero: ficção científica, ação
- Direção: Hironobu Sakaguchi
- Notas: 6,4 no IMDb e 44% no Rotten Tomatoes (selo "podre")
- Onde assistir: Netflix
Final Fantasy, o filme que nada tem a ver com o jogo original, caiu num limbo de esquecimento pouco tempo após seu lançamento — Foto: Reprodução/The Movie Database 🔎 Quer indicação de boas animações?
7. O Diário da Barbie (2006)
Antes do lançamento do avassalador live action da Barbie em 2023, quem era fã da boneca mais famosa da Mattel tinha que se contentar com filmes em 3D que oscilavam entre o razoável e o medíocre. Mas em O Diário da Barbie, a régua de qualidade da animação da caiu vertiginosamente. A história, idem. Uma adolescente Barbie se apaixona por Todd, o esportista mais desejado do colégio onde estuda. Mas o rapaz namora a garota mais popular, deixando a protagonista de lado. Eis então que Barbie, usando uma pulseira que também é um diário, monta uma banda de pop rock com suas amigas, chamando a atenção de um admirador secreto.
Não é exagero dizer que O Diário da Barbie parece ter sido feito com prompts de IA e de forma bem primária. Basta ver as cenas onde o olhar de Barbie e demais personagens não focam em objetos específicos, os cabelos travados, os corpos sem movimentação natural, os membros desproporcionais e a busca por maior similaridade física com as bonecas – afinal, a Mattel precisava vender brinquedos do filme.
- Gênero: musical, romance adolescente
- Direção: Kallen Kagen (Robosapien) e Eric Fogel (Megamente vs. O Sindicato da Perdição)
- Notas: 5,5 no IMDb
- Onde assistir: Claro TV+
O Diário da Barbie tem uma qualidade bastante inferior se comparado a outros filmes da boneca da Mattel — Foto: Reprodução/Amazon Prime Video Quem é leitor ávido dos romances do autor estadunidense de sci-fi Philip K. Dick já deve ter visto a adaptação do romance O Homem Duplo, não só por conta da história, mas pelo método usado para narrá-la. Conhecido pela "trilogia do Amanhecer", o diretor Richard Linklater utilizou uma rotoscopia digital para capturar e animar as atuações dos astros Keanu Reeves (franquia Matrix), Robert Downey Jr. (Oppenheimer), Woody Harrelson (True Detective) e Winona Ryder (Stranger Things).
Num futuro onde os Estados Unidos se tornou um estado policial na guerra contra as drogas, o detetive Bob Arctor (Reeves) recebe a missão de investigar não só seus amigos traficantes e drogados, como também a si próprio. Linklater replicou o estilo de animação já usado em Walking Life (2001), de sua autoria, nesta adaptação, o que pode desagradar os menos preparados. Isso porque o filme aposta no estranhamento ao utilizar animações em aquarela onde o rosto dos personagens fica borrado diversas vezes, os ambientes possem dimensões pouco simétricas e as pessoas e objetos costumam tremular de um frame para outro.
- Gênero: drama, ficção científica
- Direção: Richard Linklater
- Notas: 7 no IMDb e 69% no Rotten Tomatoes
- Onde assistir: aluguel no Amazon Prime Video e Apple Tv
O Homem Duplo apresenta a técnica de rotoscopia unida com a interpretação de astros famosos, como Keanu Reeves e Woody Harrelson — Foto: Reprodução/The Movie Database 9. Tarzan: A Evolução da Lenda (2013)
Buscando modernizar a lenda do personagem mais famoso do escritor Edgar Rice Burroughs, o animador e diretor alemão Reinhard Klooss (Tô de Férias) lançou em 2013 a animação 3D Tarzan: A Evolução da Lenda. Na nova história, que se passa nos dias atuais, o casal John e Alice Greystone morre durante uma expedição em Uganda, na África. O filho do casal, John Jr., sobrevive e adotado por macacos. Anos se passam e Tarzan, nome adotado por Jr., reencontra a civilização graças à Jane Porter, uma jovem amante da natureza.
O novo filme de Tarzan buscou "evoluir" a lenda por trás do personagem, mas não as técnicas de animação. O rosto dos personagens lembra, por breves momentos, as características usadas na Pixar ou na franquia Como Treinar Seu Dragão. problema maior está no alinhamento desses traços faciais mais cartunescos com corpos de dimensões realistas, isso sem contar a boca dos personagens, que não acompanham suas falas. Já a fluidez de movimentação e a renderização parecem primários demais, denunciando o baixo orçamento do trabalho.
- Gênero: romance, aventura
- Direção: Reinhard Klooss
- Notas: 4,8 no IMDb e 20% no Rotten Tomatoes
- Onde assistir: Globoplay
Tanto o design dos animais quanto dos humanos ficou prejudicado no longa Tarzan: A Evolução da Lenda — Foto: Reprodução/The Movie Database 10. Marte Precisa de Mães (2011)
Unindo ficção científica pulp com drama familiar, Marte Precisa de Mães ficou na lista de produções da Disney da qual poucos ouviram falar. Primeiro filme dirigido pelo animador de storyboard Simon Wells, o longa é protagonizado por Milo, um garoto que vive às brigas com sua mãe Lissa. Após uma discussão séria entre os dois, Lissa é raptada por alienígenas, que precisam da terráquea para criar novas criaturas em Marte. Cabe a Milo salvar sua mãe e retornar à Terra.
Para criar a animação, a Disney investiu pesado em captura de movimentos, para criar animações realistas com base nas atuações de Joan Cusack (Escola do Rock), Seth Green (Buffy, A Caça Vampiros), Tom Everett Scott (The Wonders: O Sonho Não Acabou), Dan Fogler (Animais Fantásticos), entre outros. O resultado, no entanto, foi uma animação com rostos humanos típicos do vale da estranheza: busca por realismo alinhado com o cartunesco. Basta ver os olhos gigantescos dos protagonistas junto com feições similares aos de pessoas comuns.
- Gênero: aventura, ficção científica
- Direção: Simon Wells
- Notas: 5,4 no IMDb e 34% no Rotten Tomatoes (selo "podre")
- Onde assistir: Disney+
O olhar expressivo demais dos personagens de Marte Precisa de Mães carrega o filme para o vale da estranheza — Foto: Reprodução/The Movie Database Quando a Disney se convenceu que era uma ótima ideia refilmar alguns de seus clássicos animados em formato live action, a empresa criou altas expectativas em uma refilmagem de O Rei Leão. A nova versão do épico contou com ninguém menos que Beyoncé, Donald Glover (Atlanta), Chiwetel Ejiofor (Filhos da Esperança), Alfre Woodard (Luke Cage) no elenco e Jon Fraveau (Chef) na direção. Assim como o filme original, vemos a expulsão de Simba de seu reino de leões e seu renascimento como o rei da savana.
O hype estava no alto graças aos trailers, mas o resultado nos cinemas foi frustrante para muitos. O uso de animações fotorrealistas, por mais que fosse próximas do real, tiraram muito do carisma e diversão da obra original. O remake mais parece hoje um documentário do National Geographic com animais falantes. A insatisfação do público não impediu de O Rei Leão ter obtido a marca de US$ 1,6 bilhão nas vendas mundiais, o que motivou um lançamento de uma sequência focada em Mufasa, mas sem o grande sucesso do filme anterior.
- Gênero: musical, aventura
- Direção: Jon Favreau
- Notas: 6,8 no IMDb e 52% no Rotten Tomatoes (selo "podre")
- Onde assistir: Disney+
Live-action de O rei leão conta com imagens fotorrealistas de animais — Foto: Reprodução/Rotten Tomatoes 12. Os Fantasmas de Scrooge (2009)
Outra obra de Robert Zemeckis com captura de movimento (e falando sobre Natal) é Os Fantasmas de Scrooge, adaptação do romance natalino do autor britânico Charles Dickens. Com Jim Carrey no papel principal, a comédia é focada em Ebenezer Scrooge, um rico industrial do século 18 que vive amargurado com seus funcionários e até seu sobrinho. Na véspera de Natal, ele é assombrado pelos fantasmas do seu presente, passado e futuro, fazendo com que ele repense sua vida.
Aqui vemos os mesmos problemas de outros filmes de Zemeckis. Os personagens são realistas, mas com alguns traços fantasiosos – em especial, o personagem de Carrey, que carrega um enorme nariz. O estilo realista, comparado ao que é feito hoje, ficou rebaixado e sem muita aproximação com o que esperamos de realidade em obras desse tipo.
- Gênero: comédia, drama
- Direção: Robert Zemeckis
- Notas: 6,8 no IMDb e 52% no Rotten Tomatoes (selo "podre")
- Onde assistir: Disney+
Os Fantasmas de Scrooge está presente no Disney+ — Foto: Reprodução/IMDb 13. Uma Fazenda Maluca (2008)
Se você é cronicamente online no X (antigo Twitter), com certeza já deve ter visto algum meme da animação ucraniana Uma Fazenda Maluca. O filme, que chegou discretamente no Brasil no final da década de 2000, ganhou as redes sociais graças à sua história excêntrica demais para o público infantil e cheia de insinuações sexuais (algumas até fora do padrão socialmente aceito). O enredo se baseia em um antigo conto do folclore europeu, onde um jovem relojoeiro da era medieval se mete em diversas confusões contra a monarquia, a igreja e até o diabo.
Deixando um pouco de lado toda a parte conceitual de Uma Fazenda Maluca, o que salta aos olhos do público é o estilo datado até para a época de lançamento. É possível dar um desconto se levarmos em consideração o baixo orçamento do longa. Mas, voltando a falar do conceito, a decisão do roteiro em ter na história uma garota de seios e quadris gigantes disputando a atenção romântica do protagonista contra uma cabra ciumenta soa mais escandalosa que a feiura estética da animação.
- Gênero: comédia
- Direção: Jan Tománek
- Notas: 3,3 no IMDb
- Onde assistir: gratuito no Plex e no canal da AAA Studio no YouTube
As piadas sexuais e o humor absurdo fizeram com que Uma Fazenda Maluca viralizasse na Internet — Foto: Reprodução/AAA Studio - Filmes animados 🎥 Esses FILMES DE TERROR até uma CRIANÇA sobreviveria!
Esses FILMES DE TERROR até uma CRIANÇA sobreviveria!

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