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40 anos de The Legend of Zelda: 10 melhores games da série segundo o Metacritic

The Legend of Zelda, uma das franquias mais conhecidas da fabricante japonesa Nintendo com Super Mario Bros., comemora 40 anos este ano no dia 21 de fevereiro, data que em 1986 marcou o lançamento do primeiro The Legend of Zelda para o videogame NES (Nintendo 8 Bits). Desde então, a franquia se tornou um ícone no mundo dos jogos com suas grandiosas aventuras, especialmente após o salto para o 3D no Nintendo 64. Em comemoração, o TechTudo preparou uma lista com os 10 jogos da franquia que tiveram a melhor avaliação no site Metacritic ao longo dos anos e onde jogá-los atualmente.

 Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda se tornou um marco para a indústria de games durante seus 40 anos — Foto: Divulgação/Nintendo

Vale a pena mencionar que no topo desta lista está o jogo com melhor avaliação de todos os tempos: The Legend of Zelda: Ocarina of Time do Nintendo 64 com nota 99 de 100, considerado imbatível por muitos. O Metacritic é um site que reúne análises de toda parte da imprensa especializada de games e realiza uma média ponderada entre as notas, na qual sites de maior prestígio têm um peso maior, chegando a um número que tenta reunir todas as qualidades do jogo: o “Metascore”. Ao lado do título de cada um dos games está informada sua nota e, em caso de empate, fica acima o título com o maior número de análises. Vale lembrar que alguns games clássicos estão ausentes, por antecederem o período de análise do Metacritic.

40 anos de The Legend of Zelda: 10 melhores games da série segundo o Metacritic

10. The Legend of Zelda: Phantom Hourglass [90]

Lançado em 2007 para o Nintendo DS, The Legend of Zelda: Phantom Hourglass é uma continuação direta de The Legend of Zelda: The Wind Waker, mostrando o herói Link e a pirata Tetra desbravando novos mares em busca de aventura. Tetra, no entanto, é capturada por um navio fantasma e Link é auxiliado em sua jornada de resgate por Linebeck, capitão de seu próprio navio.

Algo que chama atenção imediatamente em Phantom Hourglass é que o jogo não usa botões tradicionais e todo o movimento, ataques e itens são controlados pela tela de toque, algo que permitiu o surgimento de muitas ideias criativas, mas também frustrou alguns jogadores. O artefato titular, a Ampulheta Fantasma, permite que Link explore a principal dungeon do game, o Templo do Rei do Oceano, porém apenas durante um tempo, sendo necessário aumentar o poder do item durante a aventura para chegar aos níveis mais profundos do templo.

The Legend of Zelda: Phantom Hourglass está disponível em seu console original, o Nintendo DS, e no Nintendo 3DS pela retrocompatibilidade com o cartucho físico, porém sem versões em plataformas atuais.

 Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda: Phantom Hourglass trouxe inovadores controles na tela de toque que apresentaram mecânicas únicas para o game — Foto: Divulgação/Nintendo

9. The Legend of Zelda: A Link Between Worlds [91]

O Nintendo 3DS recebeu remakes de aclamados capítulos da franquia como The Legend of Zelda: Ocarina of Time e Majora's Mask, mas em 2013 ganhou seu primeiro título original da saga com The Legend of Zelda: A Link Between Worlds do Super Nintendo. O game levou jogadores de volta ao reino de Hyrule, como visto em A Link to the Past, porém agora em 3D, apesar de manter a mesma visão aérea.

Nesta aventura, o herói Link enfrenta o feiticeiro Yuga e descobre um mundo espelhado ao seu, chamado Lorule. Em matéria de gameplay, o jogo lembra bastante o do SNES, mas com novidades como conseguir alugar itens ao invés de obtê-los em masmorras e a habilidade de se transformar em um desenho e percorrer paredes para resolver quebra-cabeças.

The Legend of Zelda: A Link Between Worlds está disponível apenas em seu console original, o Nintendo 3DS.

 Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda: A Link Between Worlds retornou ao mundo do Super Nintendo, mas com novos visuais e ideias no Nintendo 3DS — Foto: Divulgação/Nintendo

8. The Legend of Zelda: Skyward Sword [93]

O segundo game da saga The Legend of Zelda, lançado em 2011 para o Nintendo Wii, ampliou o uso dos controles de movimento, usados primeiro em Twilight Princess, utilizando o acessório Wii Remote Plus ou Wii Motion Plus para reproduzir perfeitamente os movimentos do jogador. O controle preciso da espada era usado para lutar contra inimigos que às vezes se defendiam contra golpes horizontais, verticais ou diagonais, enquanto outros itens como o arco e flecha ou um besouro voador usavam os controles de outras formas.

Este game se aprofundou mais ainda na mitologia da franquia, trazendo Link e Zelda como habitantes de um mundo flutuante chamado Skyloft, explorando a origem de seu ciclo perpétuo de confronto contra Ganondorf e introduzindo Fi, uma presença no interior da espada sagrada Master Sword. The Legend of Zelda: Skyward Sword está disponível em uma versão remasterizada, The Legend of Zelda: Skyward Sword HD, para Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch por R$ 349, incluindo uma nova opção de jogar com botões ao invés de controles de movimento.

 Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda: Skyward Sword foi o segundo game da franquia no Nintendo Wii com controles de movimento mais precisos — Foto: Divulgação/Nintendo

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7. The Legend of Zelda: A Link to the Past / Four Swords [95]

O lançamento de The Legend of Zelda: A Link to the Past original no Super Nintendo em 1991 não consta no Metacritic, mas seu relançamento no Game Boy Advance em 2002 garantiu sua posição no Top 10. Antes do portátil ter seu primeiro The Legend of Zelda original com The Minish Cap, ele recebeu esta versão do clássico A Link to the Past, uma aventura em 2D com visão aérea assim como o original do NES.

Nesta jornada, Link precisa resgatar a Princesa Zelda das garras do Mago Agahnim após seu tio ser morto tentando salvá-la, mas assim como em A Link Between Worlds, ele descobrirá todo um mundo alternativo além de Hyrule. O game misturava ação, aventura e quebra-cabeças com diferentes itens obtidos das masmorras, além de usar a interação entre os dois mundos para resolver alguns enigmas. A versão do Game Boy Advance incluía ainda um modo multiplayer cooperativo para 4 pessoas chamado The Legend of Zelda: Four Swords, que ganhou mais capítulos posteriormente.

The Legend of Zelda: A Link to the Past do Super Nintendo está disponível para Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch pela assinatura do Nintendo Switch Online.

 Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda: A Link to the Past foi uma das aventuras mais épicas em sua época — Foto: Divulgação/Nintendo

6. The Legend of Zelda: Twilight Princess [95]

Após a repercussão dos visuais cartunizados de The Legend of Zelda: The Wind Waker, a série voltou para um estilo mais adulto no fim da vida do GameCube em um lançamento simultâneo no Nintendo Wii com The Legend of Zelda: Twilight Princess em 2006. Inicialmente, o game parecia apenas retornar aos seguros moldes de sucesso de Ocarina of Time. Entretanto, Twilight Princess trouxe várias novidades, como o Reino do Crepúsculo, no qual Link se transforma em um lobo, e a nova ajudante Midna, uma jovem que o ajuda contra seu inimigo comum, o feiticeiro Zant.

No Nintendo Wii, a principal novidade do game ficou por conta dos controles de movimento que permitiam sacudir o Wii Remote para brandir sua espada e mirar diretamente na tela com o ponteiro. Porém, nem todos os jogadores gostaram da novidade e da falta de controle preciso da espada, algo que viria posteriormente em Skyward Sword.

The Legend of Zelda: Twilight Princess está disponível em seus consoles originais, o GameCube e Nintendo Wii, porém sem versões em plataformas atuais. Houve também um remaster de The Legend of Zelda: Twilight Princess HD para o Nintendo Wii U com algumas melhorias.

 Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda: Twilight Princess seguia a fórmula de sucesso de Ocarina of Time, mas foi além — Foto: Divulgação/Nintendo

5. The Legend of Zelda: Majora’s Mask [95]

Após o sucesso de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, o Nintendo 64 recebeu uma inusitada sequência no ano 2000, reaproveitando alguns dos personagens, mas em um novo mundo estranho. Neste jogo, Link tem sua égua Epona raptada por um ser brincalhão, o Skull Kid, mas ao persegui-lo, o herói acaba indo parar em outro mundo chamado Termina e descobre que a criatura está sob influência de um grande poder maligno, a Máscara de Majora.

A principal diferença neste game é seu ciclo de 3 dias, no qual o Skull Kid condenou Termina a ser esmagada pela Lua e Link precisa usar sua Ocarina do Tempo para voltar e tentar impedi-lo novamente, aprendendo mais sobre a rotina das pessoas da cidade a cada tentativa. O jogo também ficou conhecido por seu sistema de máscaras, no qual é possível obter diversas máscaras diferentes com poderes inusitados, inclusive máscaras de transformação que permitem se transformar em um Deku Scrub, Goron e Zora, raças que aparecem em Ocarina of Time.

The Legend of Zelda: Majora’s Mask do Nintendo 64 está disponível para Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch pela assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote Adicional. Houve também um remake de The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D para o Nintendo 3DS com algumas melhorias.

 Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda: Majora's Mask trazia uma aventura sombria com um grande senso de urgência com seu ciclo de 3 dias — Foto: Divulgação/Nintendo

4. The Legend of Zelda: The Wind Waker [96]

O capítulo que pegou jogadores de surpresa na série foi The Legend of Zelda: The Wind Waker, lançado para o GameCube em 2002. Após aventuras épicas e maduras, a série mudou seu visual para um estilo de desenho animado mais leve e trocou os vastos campos de Hyrule por um grande oceano aberto para velejar. O game é uma sequência direta de Ocarina of Time, na qual Ganondorf retornou, mas Link, o Herói do Tempo, não, fazendo com que os deuses inundassem Hyrule para impedir o vilão.

Enquanto Ganon é o mesmo, este Link ainda é uma criança, uma reencarnação, que inicialmente apenas deseja resgatar sua irmã, mas é puxado para este confronto eterno. Em matéria de gameplay, o jogo não é tão diferente de Ocarina of Time, exceto pela possibilidade de usar contra-ataques e com a exploração sendo mais focada em visitar diferentes ilhas ao invés de masmorras, as quais estão presentes em pequena quantidade em relação a outros títulos da franquia.

The Legend of Zelda: The Wind Waker está disponível para Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch pela assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote Adicional. Houve também um remaster de The Legend of Zelda: The Wind Waker HD para o Nintendo Wii U com algumas melhorias.

 Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda: The Wind Waker trouxe belos visuais de desenho animado que foram divisivos entre fãs da franquia — Foto: Divulgação/Nintendo

3. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom [96]

Em 2017, a franquia sofreu uma revolução com The Legend of Zelda: Breath of the Wild para o Nintendo Switch, introduzindo um grande mundo aberto para explorar, o qual foi ampliado de várias maneiras em The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom em 2023. Após a derrota de Ganon no game anterior, ele retorna mais poderoso do que nunca, Zelda desaparece e Link é derrotado com a espada Master Sword quebrada, colocando o herói em uma longa jornada para se recuperar e vencer mais essa ameaça.

Apesar de o mundo ainda ser o mesmo de Breath of the Wild, agora há novas ilhas flutuantes e cavernas escuras para explorar, porém a grande diferença neste jogo fica por conta de dois novos poderes de Link: a Ultrahand e Fuse (Fusão). A Ultrahand permite combinar partes antigas criadas pela raça Zonai para criar objetos e até veículos, enquanto a Fuse consegue fundir itens diferentes para criar novas armas e itens, como um escudo cogumelo que solta esporos, uma flecha teleguiada com um olho e mais.

The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom está disponível para Nintendo Switch por R$ 399 e para Nintendo Switch 2 por R$ 499. É também possível fazer upgrade da versão do Nintendo Switch para o Nintendo Switch 2 por meio de um Pacote de Melhoria por R$ 59,90.

 Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom permite criar veículos para percorrer o grande mundo aberto do jogo — Foto: Divulgação/Nintendo

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2. The Legend of Zelda: Breath of the Wild [96]

Originalmente anunciado para o Nintendo Wii U, The Legend of Zelda Breath of the Wild foi lançado em 2017 para o Wii U e Nintendo Switch, semelhante a como Twilight Princess fez uma “dobradinha” no GameCube e Nintendo Wii. O game que trouxe o conceito de mundo aberto para a franquia The Legend of Zelda surpreendeu ao trazer um ambiente incrivelmente rico, repleto de conteúdo interessante para jogadores explorarem da forma que quisessem, podendo traçar sua própria aventura.

A história deste capítulo começa com o herói Link despertando sem memórias de um sono de 100 anos, descobrindo que precisa enfrentar o vilão Ganondorf, contido na torre do castelo de Hyrule. Porém, cabe aos jogadores decidirem em que momento irão enfrentar o desafio, podendo aproveitar para se fortalecer com armas e equipamentos pelo mundo, ganhar aliados e até mesmo purificar as Bestas Divinas que podem auxiliar na batalha final.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild está disponível para Nintendo Switch por R$ 349 e para Nintendo Switch 2 por R$ 439. É também possível fazer upgrade da versão do Nintendo Switch para o Nintendo Switch 2 por meio de um Pacote de Melhoria por R$ 59,90.

 Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda: Breath of the Wild trouxe um mundo aberto incrivelmente rico para jogadores explorarem no Nintendo Switch — Foto: Divulgação/Nintendo

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1. The Legend of Zelda: Ocarina of Time [99]

O jogo que elevou a franquia a um novo patamar em 1998, The Legend of Zelda: Ocarina of Time para o Nintendo 64, trouxe a aventura mais épica que jogadores haviam visto em um videogame até então. Jogadores mais uma vez controlavam Link, um jovem que descobre ter um grande destino que o aguarda. O game começa a surpreender jogadores quando, ao obter a espada sagrada Master Sword, Link desperta no futuro, agora um adulto, tendo que salvar um mundo devastado pelo vilão Ganondorf.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time definiu várias das convenções tradicionais da franquia em 3D, como seu sistema de combate e quebra-cabeças, além de permitir que jogadores voltassem ao passado com a Ocarina do Tempo, atualizando as mecânicas de mundos paralelos de A Link to the Past. Para muitos, ainda não existiu um jogo que merecesse superar sua posição no Metacritic como o melhor game de todos os tempos.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time do Nintendo 64 está disponível para Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch pela assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote Adicional. Houve também um remake The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D para o Nintendo 3DS com algumas melhorias.

 Divulgação/Nintendo The Legend of Zelda: Ocarina of Time tem até hoje a melhor avaliação entre todos os games do Metacritic — Foto: Divulgação/Nintendo

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