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A conveniência venceu. E o seu negócio, entendeu?

Os meus filhos querem pedir delivery de tudo todo dia, restaurante, farmácia, supermercado, inclusive os ingredientes para cozinhar. Mas a tendência está clara: quem experimentou a conveniência não volta atrás.

A dona Dalmira não é um caso isolado. Ela é a síntese de uma mudança de comportamento que aconteceu com milhões de brasileiros ao mesmo tempo. E essa mudança tem um nome: transferência de poder para o consumidor.

A conveniência não pede licença

Durante décadas, as empresas de alimentação operaram com uma lógica simples: você vem até nós. Construímos lojas bonitas, em boas localizações, com bom atendimento. Você vem, escolhe, paga e vai embora satisfeito.

Essa lógica funcionou por muito tempo. Mas o consumidor foi mudando. Ele quer decidir onde comer, quando comer, como pagar e quanto tempo esperar. Ele quer controlar a experiência, não apenas participar dela.

Ao longo de mais de 30 anos liderando grandes redes de alimentação, acompanhei essa mudança de dentro. No início de carreira, com Pizza Hut, KFC e Taco Bell, o delivery já era central para a Pizza Hut, enquanto para as outras duas ainda era um canal quase experimental. Depois vieram 11 anos no McDonald's, onde o delivery e as plataformas foram testados no limite. E mais tarde, à frente da Zamp, ao incorporar marcas como Subway e Starbucks ao portfólio, reforçamos o delivery como prioridade estratégica em todas elas.

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