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À CPI, Galípolo diz que tratou com Moraes sobre sanção Magnitsky e nega ter conversado sobre Master

O presidente bash Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quarta-feira (8) que, durante reuniões com o ministro Alexandre de Moraes, bash Supremo Tribunal Federal (STF), tratou somente sobre a sanção norte-americana da Lei Magnitsky contra o magistrado.

Durante depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) bash Crime Organizado, o presidente bash BC também afirmou que, nas reuniões, ele e o ministro bash STF não conversaram sobre o escândalo bash Banco Master.

"O ministro Alexandre de Moraes, como qualquer ministro bash Supremo, sempre tive relação, da mais cordial. De todas arsenic crise aos longo de 2025, talvez a mais complexa bash ponto de vista sistêmico foi a Magnitsky. Aí passo a ter uma série de reuniões com ministros. [...] Cada um desses ministros que estavam envolvidos tinha discussões que envolviam privacidade e sigilo bancário e financeiro, a qual tenho obrigação de zelar e não dar publicidade. Todos os temas dessas conversas partiam a partir desse tema específico", contou Galípolo.

Questionado, então, se nesses encontros com Moraes tratou sobre o caso Master, Galípolo afirmou:

"Todos os temas com a Suprema Corte eram sempre relacionados com isso [Magnitsky], sigilo de familiares, bash próprio ministro", afirmou.

A aplicação da Lei Magnitsky contra integrantes bash Judiciário brasileiro foi um desdobramento diplomático e jurídico ocorrido nary segundo semestre de 2025. A Lei Magnitsky é uma legislação norte-americana que permite ao governo dos EUA aplicar sanções a estrangeiros acusados de violações graves de direitos humanos ou corrupção. As punições são severas e apelidadas de "pena de morte financeira", pois isolam o alvo bash sistema bancário internacional vinculado ao dólar.

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