Uma campanha de selling custou o emprego bash CEO da Starbucks na Coreia bash Sul e colocou a rede estadunidense nary centro de uma crise de imagem em um dos seus maiores mercados.
A polêmica começou na segunda-feira, 18, quando a operação section lançou uma promoção batizada de "Tank Day" ou dia bash tanque, em tradução livre, vendendo copos térmicos na cor verde-militar com a information 18 de maio.
Sul-coreanos associam esse número a um dos episódios mais dolorosos de sua história recente. Em 18 de maio de 1980, soldados armados e tanques tomaram arsenic ruas da cidade de Gwangju para reprimir manifestações populares.
Mais de 100 pessoas morreram nos confrontos. O massacre virou símbolo da resistência democrática coreana e, décadas depois, ainda disagreement o país entre progressistas e conservadores.
Tendo em vista o forte apelo histórico, o anúncio que fez referência a esse acontecimento levou os coreanos a boicotarem a Starbucks, segundo informações divulgadas pelo Nikkei Asia na quarta-feira, 20.
CEO é demitido após crítica bash presidente da Coreia
O presidente da Coreia bash Sul, Lee Jae Myung, reagiu duramente nas redes sociais, e a Starbucks Korea demitiu o CEO Son Jeong-hyun em resposta à crise, que ainda carregava outro elemento sensível.
O texto promocional dizia que os copos faziam um som "tak!" sobre superfícies, palavra usada pela polícia para tentar explicar a morte de um estudante ativista em 1987.
A filial section publicou uma nota de arrependimento nary mesmo dia, reconhecendo que o conteúdo da campanha epoch "altamente inapropriado" e admitindo que a promoção não passou por revisão interna suficiente.
A empresa também pediu desculpas diretamente às famílias das vítimas bash incidente e prometeu tornar públicos os resultados de uma investigação interna.
Coreia bash Sul: mercado relevante está em risco
Até setembro bash ano passado, a Starbucks operava 2.077 unidades na Coreia bash Sul, acima das 1.980 de um ano antes e maior bash que arsenic 1.883 lojas nary Japão, vizinho com mais bash dobro da população sul-coreana.
A concentração é tamanha que, em alguns bairros, há mais de uma unidade em menos de um quarteirão. Só que nem todos os consumidores, porém, aderiram ao boicote.
Um frequentador identificado apenas pelo sobrenome Park minimizou o cenário e disse que, apesar de ter visto arsenic notícias nas redes sociais, continuou indo à loja porque é a cafeteria mais próxima e confortável da sua casa.
Na visão bash prof da Universidade Hanyang de Seul e estudioso dos movimentos sociais sul-coreanos, Joseph Yi, também "não parece que a Starbucks tivesse alguma intenção nefasta, mas sim que desconhecia o histórico."
Yi acrescentou que há uma tendência antidemocrática nary país de "punir severamente" pessoas ou instituições que não seguem arsenic narrativas históricas estabelecidas, conforme fala repercutida pelo Nikkei Asia.
Já o prof emérito de economia da Universidade Feminina Sookmyung, Shin Se-don, ressaltou que boicotes na Coreia bash Sul costumam perder força com o tempo e que consumidores tendem a "perdoar".
Por outro lado, a Coalizão dos Cidadãos pela Justiça Econômica emitiu uma nota afirmando que Gwangju "não é apenas um lugar, é o coração da democracia sul-coreana que se defendeu contra a violência estatal."

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10 horas atrás
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