Indústria de transformação não está preparada para competir com europeus, afirma associação. José Velloso, presidente executivo da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), ressalta que tecnologias europeias são mais avançadas e baratas. Mais concorrência sob as condições atuais pode prejudicar o Brasil.
IBRAM (Instituto Brasileiro de Mineração) diz que margem de taxação de minerais críticos é avanço frente à alíquota praticada hoje, que é zero. Júlio Nery, diretor de assuntos minerais do instituto, fala que esses valores podem apoiar políticas de estímulo ao uso desses minerais pelas indústrias nacionais, o que deve impulsionar o segmento.
Brasil tem segunda maior reserva de terras-raras do mundo, mas quase não explora. O país também tem forte presença de lítio, nióbio, grafite, níquel, cobre e manganês. Nery vê o acordo como uma oportunidade de investimentos, pois a Europa busca os elementos para transição energética.
Ex-consultora jurídica do Mercosul vê oportunidade para Indústria se organizar para competir globalmente. Jamile Diz, professora de Direito Europeu da UFMG, afirma que, embora a UE seja mais favorecida, há benefícios aos dois lados, com integração de um mercado com 800 milhões de consumidores.

O que é preciso para acordo funcionar?
Brasil deve desenvolver Indústria e tecnologias competitivas para evitar dependência europeia, diz economista. Castilho defende que um bom desenvolvimento econômico exige exportações diversificadas, para além de soja, petróleo e minério de ferro.

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2 horas atrás
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