O diretor de tecnologia (CTO) da Elo, Eduardo Merighi, explica que, no futuro, a companhia quer ampliar a integração do catálogo dos varejistas e assegurar a entrada de pequenas e médias empresas no ecossistema. No começo, a conclusão do processo ainda dependerá da autorização do participante, por questões de segurança. "Mas, à medida que o agente evolui e passa a conhecer melhor o usuário, a tendência é que, nos próximos meses ou anos, a jornada se torne totalmente autônoma", destaca.
Escala
Dos pilotos até o uso disseminado pelo consumidor, no entanto, ainda há um caminho a ser percorrido. A difusão dependerá, em particular, do nível de adesão do varejo e da preparação tecnológica dos bancos emissores. A tendência é de que, inicialmente, os modelos vencedores sejam aqueles que utilizam uma lógica vertical, ou seja, que funciona dentro de um ambiente fechado, como um site, app ou marketplace específico. Na visão de Frederico Succi, da Visa, os primeiros casos de uso nesse padrão já podem começar a surgir ainda este ano. "O Brasíl é um mercado grande, competitivo , o que força inovação rápida", ressalta Succi.
Na outra ponta, pelo modelo horizontal, o agente se torna um intermédio universal, não ligado a uma loja específica. Nele, o consumidor pede um produto ou serviço e a plataforma busca, compara, escolha e compra em qualquer lugar disponível. É um trabalho mais complexo, porque depende da coordenação dos múltiplos elos da cadeia. "Ainda não existe nenhum caso em escala desse modelo no mundo", comenta Succi.
Independentemente da forma adotada, os participantes da indústria são unânimes na avaliação de que o Brasil será um dos protagonistas do movimento agêntico. Pesquisa da Morning Consult, encomendada pela Visa, mostrou que 7 em cada 10 brasileiros já utilizam a IA para comparar preços, buscar ideias de presente ou apoiar decisões de compra, proporção maior que a observada em outros mercados.
Arnoni, da Mastercard, avalia que o brasileiro já está preparado para abraçar inovações no setor de pagamentos, a exemplo da adoção rápida do Pix, do pagamento por aproximação e do Tap On Phone (em que o celular se transforma em maquininha). "Quanto de escala os agentes vão ter vai depender do quanto que o comércio vai evoluir nessa dinâmica", pontua.

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