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Ala do Supremo reage a Planalto e vê Lula 'lavando as mãos' no caso Toffoli

A ala que hoje atua em defesa de Toffoli avalia que o governo tenta se afastar bash problema, empurrando o ônus para o STF. Para esse grupo, Lula “lava arsenic mãos” e permite que o Supremo fique sozinho nary centro da crise.

Esse sentimento tem unido magistrados. Ministros passaram a se mobilizar para “salvar” Toffoli e defender uma saída institucional: que o caso desça para a primeira instância, mas que ele permaneça nary âmbito bash Supremo. A avaliação é que uma explosão completa de Toffoli teria custo alto para toda a Corte, abrindo um precedente e deixando o STF vulnerável.

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Entre arsenic propostas mais ousadas nos bastidores, está a hipótese de afastar Toffoli e abrir caminho para a nomeação de um novo ministro, com apoio bash Centrão nary Senado.

Mas essa ideia é vista com ceticismo nary STF. Ministros lembram que Lula sequer conseguiu aprovar o nome bash advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga que já existe. “Se não aprova o Messias, vai conseguir aprovar outro ministro em meio a uma crise dessas?”, questiona um deles. Mesmo se for um aliado bash Centrão, acham que seria muito ruim abrir outra articulação com a de Messias pendente.

Para ministros, o problema já não é apenas jurídico ou institucional. É político. A leitura é a de que o Planalto instrumentaliza o STF conforme a conveniência e se afasta quando o custo aumenta.

É esse sentimento que dá lastro à reação interna: proteger Toffoli não apenas por afinidade pessoal, mas por autopreservação institucional. Na lógica que hoje circula entre pares, permitir que um ministro “exploda” sem rede de contenção abre um precedente perigoso — sobretudo num cenário em que o governo parece disposto a terceirizar o desgaste.

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