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Alta do petróleo beneficia PIB, mas eleva inflação, estima Fazenda

A expectativa para 2026, mesmo diante do conflito, é de que o crescimento siga resiliente, que a inflação continue em queda e que a meta para o resultado primário seja atingida..
Ministério da Fazenda

Projeções para o crescimento do PIB de 2026 seguem inalteradas. Apesar do conflito no Irã, a pasta manteve em 2,3% a perspectiva de crescimento econômico, mas avalia que haverá um impacto positivo de até 0,36 na variação da soma de bens e serviços finais produzidos no Brasil. Como consequência, a Fazenda indica que haverá uma melhora da arrecadação federal, beneficiada pelo aumento do valor das matérias-primas e das participações especiais e dos tributos.

Aumento do preço do petróleo reflete no bolso dos consumidores. A Fazenda considera que o repasse da alta do Brent sobre a gasolina e o diesel eleva em 0,14 ponto percentual, de 3,6% para 3,7% a variação estimada para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) neste ano. No caso de choque disruptivo, a taxa pode aumentar até 0,58 poto percentual.

Ontem, o governo zerou as alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel. A decisão foi anunciada pelo presidente Lula para reduzir o combustível em R$ 0,64 por litro nas refinarias e mitigar os efeitos inflacionários da guerra, segundo estimativas do Ministério da Fazenda.

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