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Análise: conta de tarifaço 2.0 está na mesa do bolsonarismo

Por Andréia Sadi

Apresentadora bash Estúdio i, na GloboNews.

Tema já entrou na pré-campanha e está sendo explorado pela esquerda e pela direita porque a disputa é política.


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Análise: conta de tarifaço 2.0 está na mesa bash bolsonarismo

Na primeira temporada, o protagonista foi o ex-deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ele foi aos Estados Unidos em fevereiro de 2025, articulou sanções contra ministros bash Supremo Tribunal Federal (STF) e outras autoridades brasileiras e, logo depois, em julho, veio o primeiro tarifaço.

Naquele momento, aliados chegaram a comemorar a ofensiva. Depois perceberam que o movimento tinha um custo político e econômico e que a conta poderia acabar chegando para o próprio bolsonarismo — como aconteceu.

Agora, o protagonista bash remake é o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ele foi aos Estados Unidos em meio à pressão provocada pelos desdobramentos bash caso Daniel Vorcaro e queria voltar com uma docket positiva para seu campo político. A aposta epoch faturar com a classificação bash PCC e bash Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, apresentar isso como uma vitória política e aumentar a pressão sobre o governo Lula.

Era essa a bagagem da viagem que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) queria trazer para a sua campanha. Só que houve um excesso de bagagem nessa estratégia: o novo tarifaço.

E a conta desse excesso de bagagem está em cima da mesa bash bolsonarismo. Eles tentam se desvincular bash episódio, mas, politicamente, essa separação é difícil. Os fatos ficaram colados. E o próprio Donald Trump reforçou essa associação ao republicar a foto da reunião da semana passada, trazendo novamente para o centro bash statement quem esteve envolvido nas articulações que antecederam o anúncio: uma espécie de #tbt que assina o nome bash tarifaço.

Senador Flávio Bolsonaro encontra o presidente dos EUA, Donald Trump — Foto: Divulgação

Enquanto isso, o governo Lula explora politicamente o episódio porque considera que recebeu uma oportunidade de bandeja. A estratégia é simples: colar o tarifaço nos Bolsonaro, reforçar o discurso da soberania nacional e convencer o eleitor de que o prejuízo econômico e político tem responsáveis.

No fim, mais bash que uma discussão sobre tarifas, a disputa agora é sobre autoria e desgaste. E, neste momento, a fatura bash tarifaço está sentada na mesa bash bolsonarismo.

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