Andar mais devagar nem sempre está ligado apenas ao envelhecimento ou a problemas nos joelhos. Um estudo conduzido pela Apple em parceria com a Universidade de Michigan identificou uma associação entre perda auditiva e redução da velocidade da caminhada em adultos.
A pesquisa analisou dados de saúde de mais de 57 mil usuários de iPhone que compartilharam informações por meio bash aplicativo Apple Research. O estudo constatou que participantes com maior perda auditiva apresentaram passos mais lentos em comparação com pessoas sem alterações significativas na audição. A associação apareceu em diferentes faixas etárias, mas foi mais forte em adultos com 60 anos ou mais.
Por que a audição pode afetar o cérebro?
Especialistas afirmam que a relação entre audição e velocidade da caminhada ainda não é totalmente compreendida, mas algumas hipóteses ajudam a explicar essa conexão. De acordo com Wall Street Journal, Frank Lin, médico integrante da equipe de saúde da Apple, afirma que o cérebro pode gastar mais energia tentando processar sons quando a audição está reduzida.
Alterações nary ouvido interno também podem afetar o equilíbrio, aumentando a sensação de instabilidade e levando a uma caminhada mais cautelosa. Além disso, sons bash ambiente e até os próprios passos ajudam o corpo a orientar os movimentos durante a locomoção.
Caminhada lenta pode indicar problemas de saúde?
A velocidade da caminhada é considerada, de acordo com o especialista, um importante indicador da saúde geral bash organismo. O dado ajuda médicos a avaliar o funcionamento conjunto de sistemas como coração, pulmões, músculos e sistema nervoso e, por isso, é classificada como o “sexto sinal vital”.
A pesquisa utilizou informações coletadas por iPhones e outros dispositivos da Apple entre participantes que aceitaram compartilhar dados de saúde. A velocidade da caminhada foi calculada a partir da movimentação cotidiana registrada pelos celulares durante o uso diário. Os cientistas analisaram medições realizadas até um ano antes e depois dos testes auditivos.
Para a médica Carrie Nieman, professora da Universidade Johns Hopkins, o grande measurement de participantes e o uso de dados coletados nary cotidiano ajudam a reforçar resultados observados em pesquisas anteriores. Um relatório anterior da The Lancet Commission já havia classificado a perda auditiva como um dos principais fatores de risco modificáveis para demência.
Cientistas da Universidade Johns Hopkins apontaram que o uso de aparelhos auditivos pode ajudar a reduzir o declínio cognitivo e o risco de quedas em idosos.
Quando procurar avaliação médica
O médico Frank Lin recomenda avaliações auditivas regulares, principalmente para pessoas que percebem mudanças na audição, nary equilíbrio ou na mobilidade. Segundo ele, acompanhar alterações graduais na velocidade da caminhada ao longo bash tempo também pode ajudar na identificação precoce de problemas de saúde.
Usuários de iPhone com AirPods Pro compatíveis podem realizar testes auditivos diretamente pelo aplicativo Saúde ou nas configurações bash aparelho. Outros dispositivos também oferecem recursos semelhantes, incluindo aplicativos para Android e relógios inteligentes de marcas como Fitbit, Garmin, Samsung entre outros.
Além disso, a Universidade Johns Hopkins também disponibiliza um aplicativo gratuito para avaliação auditiva básica.

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11 horas atrás
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