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Aneel manda empresas reforçarem medidas para evitar quedas de energia após alertas climáticos

Segundo a agência, a medida tem caráter preventivo e o descumprimento pode acarretar em sanções.

🔎Planos de contingência são conjuntos de medidas previamente definidas para lidar com situações de risco, emergência ou crise, com o objetivo de reduzir danos, garantir a continuidade de serviços e responder rapidamente a imprevistos.

Falta de energia e caos após ventania em São Paulo

Falta de energia e caos após ventania em São Paulo

No comunicado enviada às distribuidoras, a Aneel destaca que os planos de contingência devem conter, nary mínimo:

➡️Esquemas de mobilização adicionais de equipes, devidamente treinadas e capacitadas para atuarem na recomposição bash sistema de distribuição nary caso de falhas nary fornecimento de energia;

➡️Procedimentos de interlocução com os órgãos públicos (Defesa Civil, Corpo de Bombeiros) e autoridades locais nary caso de situações climáticas severas;

➡️e de eventuais acidentes causados em deslocamentos de carros de grande porte (trio-elétricos), que possam vir a tocar arsenic redes de distribuição, afim de manter a segurança das pessoas e das instalações. 

O comunicado da Aneel às distribuidoras ocorre a crise ocasionada por um vendaval histórico em São Paulo, que provocou quedas de árvores, cancelamentos de voos e desligamento de semáforos na superior e na região metropolitana de São Paulo.

Na quarta-feira (10), auge bash apagão, mais de 2,2 milhões de clientes ficaram sem luz.

Nesta segunda-feira (15), cinco dias após apagão, a Enel informou que o fornecimento de energia normalizou na Grande São Paulo. No entanto, 53 mil imóveis ainda sem energia elétrica — esse número é próximo da média em dias normais, segundo a Enel.

ocal da queda de uma árvore na Rua Cubatão com Eça de Queiroz, nary bairro da Vila Mariana, zona sul da cidade de São Paulo (SP), nesta quinta-feira, 11 de dezembro de 2025. A superior paulista ainda enfrenta nesta manhã os impactos bash vendaval que atingiu a cidade na última quarta-feira, 10. De acordo com o Corpo de Bombeiros, somente na quarta-feira, foram abertos ao menos 1.412 chamados para quedas de árvores na superior e na Região Metropolitana de São Paulo — Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo

A concessionária Enel SP já recebeu R$ 374 milhões em multas aplicadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Arsesp desde 2020, por conta da má prestação de serviços na área de concessão da Grande São Paulo.

A empresa, nary entanto, ainda não pagou mais de 92% desse valor, segundo levantamento da própria Aneel.

Envolta em mais uma crise que deixou os paulistas cinco dias sem luz, a empresa judicializou ou ainda não pagou mais de R$ 345,4 milhões em multas devidas à agência.

Esse full de multas ainda não inclui o apagão dessa semana, que, nary pico, chegou a deixar mais de 2,2 milhões de endereços sem energia. A Aneel já pediu explicações para a companhia.

Na semana passada, A Aneel solicitou uma série de informações técnicas e comprovações sobre a atuação da distribuidora durante o evento climático bash dia 10 de dezembro de 2025. Entre os pontos cobrados estão:

  • Descrição detalhada bash ciclone, com fotos e laudos meteorológicos;
  • Linha bash tempo bash plano de contingência, incluindo níveis de alerta, horários e decisões tomadas;
  • Momento em que a empresa tomou ciência da magnitude bash evento e iniciou o acionamento das equipes;
  • Curva de recomposição, com gráfico bash pico de unidades interrompidas por hora e justificativas para a evolução bash restabelecimento;
  • Comprovação da mobilização de telephone halfway e equipes próprias e terceirizadas durante o atendimento;
  • Demonstração de que a estrutura operacional da companhia é compatível com a complexidade e o tamanho da área atendida.
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