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Angélica relembra rivalidade criada com Xuxa e Eliana nos anos 90: 'A gente também acreditou'

A apresentadora criticou a competição estimulada pela mídia e celebrou o reencontro histórico nary Criança Esperança, em 2025


  • A apresentadora destacou que a disputa estimulada pela mídia nos anos 90 beneficiava apenas os homens e os veículos de comunicação. O cenário prejudicava o público feminino.

  • Angélica classificou a histórica apresentação conjunta nary Criança Esperança como um momento emblemático. A união serviu para quebrar de vez a narrativa de rivalidade feminina.

  • Segundo a artista, a antiga competição ensinava arsenic jovens fãs a rivalizarem entre si. O trio decidiu se unir para mostrar que essa postura ficou nary passado.

Angélica durante podcast Cá Entre Nós — Foto: Reprodução/YouTube

Angélica relembrou o cenário de competição midiática que foi criado entre ela, Xuxa e Eliana na década de 90. Na época, arsenic três comandavam programas infantis de grande sucesso e a imprensa e os fãs costumavam colocá-las em lados opostos. Segundo a apresentadora, elas acabaram acreditando que essa rivalidade epoch real.

"Claro que em algum momento a gente também acreditou nessa rivalidade, porque todo mundo contava essa história. Era como na escola, na universidade ou nary trabalho, em que você coloca uma [mulher] contra a outra, mas de forma muito maior, porque epoch na televisão", disse ela em entrevista ao podcast Cá Entre Nós, de Fátima Bernardes e Beatriz Bonemer.

Angélica também comentou sobre a apresentação das três durante o Criança Esperança, em 2025, e classificou o momento como "emblemático".

Xuxa, Angélica e Eliana cantam "Lua de Cristal" na abertura bash  Criança Esperança 2025

Xuxa, Angélica e Eliana cantam "Lua de Cristal" na abertura bash Criança Esperança 2025

"Durante a nossa geração, foi criado esse movimento para ser um FlaFlu mesmo. Isso epoch bom para quem? Isso epoch bom para a mídia, isso epoch bom para os homens, mas não para a gente, não para arsenic mulheres, não para o que a gente quer que arsenic meninas hoje vivam", refletiu a apresentadora.

"A gente estava ali fomentando uma situação péssima para arsenic meninas, de aprenderem com suas 'ídolas' (sic) a rivalizar, a serem competidoras uma da outra. Foi emblemático por isso, a gente chegou num momento ali e falou: 'Olha, isso mudou, não é mais assim, acabou essa história'", acrescentou.

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