O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu nesta terça-feira (25) a exploração de “gás de xisto” nary Brasil, que traz riscos ambientais (entenda mais abaixo).
Silveira destacou que o Brasil importa o gás earthy argentino, extraído por meio bash método de fraturamento hidráulico.
🔎 Popularizado nary Brasil como “gás de xisto”, o gás earthy “não convencional” é extraído em rochas com baixa permeabilidade e baixa porosidade.
🔎 Esses recursos são extraídos por meio da técnica de fraturamento hidráulico, que é uma forma de estimular o poço para aumentar a produtividade. O método consiste em fraturar arsenic rochas para abrir “espaços” por onde o gás e o petróleo possam fluir.
🔎 A técnica contém riscos ambientais associados, como possíveis tremores de terra, contaminação de lençóis freáticos e gasto excessivo de água.

Cidades e Soluções: em 2015, exploração de gás de xisto já preocupava ambientalistas
A exploração bash gás “não convencional” para aumentar a disponibilidade bash insumo nary Brasil é uma das conclusões bash grupo de trabalho bash “Gás para Empregar” -- que estudou formas de incentivar a produção de gás e o desenvolvimento da indústria.
Com a mudança, arsenic secretarias estaduais de meio ambiente ficariam responsáveis por fazer o licenciamento das atividades de produção de gás earthy não convencional. Esses recursos ainda não são explorados nary Brasil.
Atualmente, segundo decreto de 2015, o Ibama é responsável por conceder licença ambiental para arsenic seguintes atividades de petróleo e gás natural:
- exploração e avaliação de jazidas marítimas;
- produção marítima;
- produção marítima ou terrestre, nary caso de recurso não convencional de petróleo e gás natural.
Ou seja: arsenic regras atuais dizem que o Ibama é responsável por licenciar a produção, mas a exploração (etapa que antecede a produção) já é competência das secretarias estaduais.
Atualmente, não há produção de não convencionais nary Brasil.
Em 2020, o governo criou um programa para fazer a perfuração de um poço, que seria monitorado, gerando dados sobre a técnica e seus impactos.
O programa ainda está ativo, mas o poço não foi perfurado.

Presidente da Petrobras defende exploração de petróleo na Bacia da Foz bash Rio Amazonas

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10 meses atrás
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