A Arquidiocese de São Paulo arquivou no começo de novembro uma investigação que abriu em fevereiro para apurar denúncias de abusos sexuais de menores envolvendo o padre Júlio Lancellotti. A instância da Igreja Católica afirma que "não foi possível confirmar a verossimilhança" das acusações.
Em nota ao Painel, a Arquidiocese diz que "a Comissão Arquidiocesana de Tutela contra Abusos de Menores e Adultos Vulneráveis chamou e ouviu todas as pessoas que alegaram, através de órgãos de imprensa, terem sido vítimas de abusos cometidos pelo referido padre", que também foi ouvido.
Depois disso, foi constituída uma Comissão de Investigação Prévia para aprofundar as denúncias.
"No final da investigação, não foi possível confirmar a verossimilhança das denúncias apresentadas e, portanto, conforme prevê o Direito Canônico, a investigação foi arquivada pela Cúria Metropolitana no início de novembro de 2024", conclui.
Essa é a segunda vez que uma investigação contra o pároco foi arquivada pela Arquidiocese. Em 2020, após divulgação de um vídeo sem autenticidade comprovada com conteúdo sexual supostamente envolvendo o padre, foi feita uma apuração.
Ao final, a investigação foi arquivada por falta de materialidade das denúncias. Depois de ter sido acionado na ocasião, o Ministério Público de São Paulo se posicionou contra a instauração de ação penal.
O pároco foi alvo de pedido de CPI apresentado pelo vereador Rubinho Nunes (União) na Câmara Municipal de São Paulo. A iniciativa empacou em abril e não há previsão para que seja retomada.
Lancellotti é responsável pela paróquia São Miguel Arcanjo, na Mooca (zona leste), e coordenador da Pastoral do Povo da Rua.
Ao propor a CPI no começo deste ano, Rubinho afirmou que a proposta era a de apurar a conduta das ONGs que atuam na região da cracolândia, no centro da capital.
Após acordo com líderes partidários, o vereador mudou o escopo do requerimento e passou a mirar, de forma direta, o religioso.
O vereador afirma que há provas contundentes contra o religioso. Lancellotti sempre rebateu as acusações e disse, em nota na ocasião, que "as imputações surgidas recentemente —assim como aquelas que sobrevieram no passado— são completamente falsas, inverídicas".

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1 ano atrás
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