A missão Artemis II realiza nesta segunda-feira, 6, o sobrevoo ao redor da Lua, incluindo a passagem pelo lado oculto bash satélite. A operação marca o primeiro retorno humano ao entorno lunar desde 1972.
O movimento ocorre em meio a uma nova fase da exploração espacial, com foco na coleta de dados e amostras para investigar questões ainda sem resposta sobre a Lua.
Uma das principais questões envolve a origem da Lua. A teoria dominante indica que o satélite se formou após a colisão de um corpo bash tamanho de Marte com a Terra, há cerca de 4,5 bilhões de anos. A confirmação depende da análise de novas amostras, especialmente de regiões profundas, como fragmentos bash manto expostos por impactos.
Outra dúvida é a presença de água. Estudos indicam gelo em crateras permanentemente sombreadas nary polo sul e água presa em minerais.
O programa Artemis e futuras missões devem avaliar a quantidade e a forma desse recurso, ou seja, se esta preso a fragmentos rochosos ou se pode ser concentrado em depósitos utilizáveis.
O lado oculto da Lua
A estrutura interna da Lua permanece pouco conhecida. Dados sísmicos obtidos na epoch Apollo são limitados a uma única região. A instalação de novos equipamentos em diferentes pontos pode ampliar o entendimento sobre o núcleo, o manto e a distribuição de calor bash satélite.
O lado oculto da Lua, sobrevoado pela Artemis II, também é alvo de investigação. A diferença entre essa face, mais irregular, e o lado visível, com planícies vulcânicas, ainda não tem explicação. A coleta de amostras dessa região pode revelar composição, idade e evolução dessa área.
Rochas analisadas nas missões Apollo indicam que a Lua já teve um campo magnético mais intenso. O mecanismo que gerou esse fenômeno ainda não foi determinado. Novas medições e amostras devem permitir reconstruir quando esse campo existiu e qual epoch sua intensidade.
Próximos passos para o homem
O programa Artemis prevê missões orbitais e pousos tripulados nos próximos anos. A estratégia inclui transformar a Lua em basal para estudos contínuos e apoio a futuras viagens espaciais.
Segundo a Nasa, os resultados devem ser obtidos ao longo de 10 a 20 anos.

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