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Assinatura dos contratos da privatização da Carris será realizada nesta terça

A privatização da Carris, empresa responsável pela gestão de mais de 20% do transporte coletivo de Porto Alegre, será concluída com a assinatura dos contratos de compra e venda entre a Prefeitura Municipal e a Empresa de Transporte Coletivo Viamão. O ato será realizado às 11h, no Centro Administrativo Municipal e contará com a presença do prefeito Sebastião Melo (MDB), de representantes da empresa e dos órgãos responsáveis pelo processo e fiscalização da companhia.

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A privatização da Carris, empresa responsável pela gestão de mais de 20% do transporte coletivo de Porto Alegre, será concluída com a assinatura dos contratos de compra e venda entre a Prefeitura Municipal e a Empresa de Transporte Coletivo Viamão. O ato será realizado às 11h, no Centro Administrativo Municipal e contará com a presença do prefeito Sebastião Melo (MDB), de representantes da empresa e dos órgãos responsáveis pelo processo e fiscalização da companhia.

De acordo com o edital do leilão em que a Carris foi arrematada pela Empresa de Transporte Coletivo Viamão, a concessão terá duração de 20 anos, com a operação de 20 linhas. A estabilidade será garantida para 81,7% dos atuais funcionários. Com a assinatura dos contratos de compra e venda, a prefeitura deverá receber um valor inicial de R$ 12,5 milhões em até 5 dias úteis.

Fundada em 1872 e considerada a mais antiga empresa de transporte coletivo do Brasil, a Carris teve seu processo de privatização iniciado em junho de 2021, quando o prefeito da capital gaúcha, Sebastião Melo (MDB), assinou o Projeto de Lei (PL) que previa a desestatização. Após seu envio para a Câmara Municipal, o PL foi aprovado três meses depois com 23 votos favoráveis e 13 contrários.

No leilão, realizado em outubro do ano passado, a Empresa de Transporte Coletivo Viamão garantiu a compra da Carris por apenas R$ 100 mil a mais do que a proposta comercial mínima prevista na licitação. A outra empresa interessada, a Viação Mino Ltda foi desclassificada sob a alegação de não ter apresentado a documentação necessária.

Os motivos para a privatização, de acordo com o executivo municipal, são os custos superiores do que os suportados pela tarifa. Motivado, segundo os defensores do projeto, pelo aumento no número de pessoas com isenção de passagem pela inversão da pirâmide etária e a diminuição no número de passageiros pagantes devido ao aumento na oferta de transportes por aplicativo. Em dez anos, a Carris havia acumulado um déficit de R$ 345 milhões.

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