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Ato oficializa volta de Marta Suplicy ao PT para ser vice de Boulos

Dia histórico para o Partido dos Trabalhadores (PT) em São Paulo. Ato nesta sexta-feira (2) oficializa a volta de Marta Suplicy à sigla e deve ser candidata a vice na futura chapa de Guilherme Boulos (Psol) na sucessão paulistana de 2024.

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Dia histórico para o Partido dos Trabalhadores (PT) em São Paulo. Ato nesta sexta-feira (2) oficializa a volta de Marta Suplicy à sigla e deve ser candidata a vice na futura chapa de Guilherme Boulos (Psol) na sucessão paulistana de 2024.

Marta foi prefeita da maior cidade do País entre 2001 e 2005.   

A presidente do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), disse que a data é "importante para São Paulo e para o Brasil", referindo-se à volta da ex-prefeita da capital paulista ao partido, após quase nove anos de desfiliação.

Gleisi afirmou que apoiará a ex-prefeita no enfrentamento "da extrema direita". "Estaremos lá, com a força da nossa militância, com Lula para dar a partida em mais uma grande campanha, em defesa do povo e enfrentando a extrema-direita."

A saída de Marta da sigla não teve todo esse clima de união. Eleita pelo PT prefeita de São Paulo em 2000, e senadora em 2010, ela se desfiliou do partido em 2015, após 33 anos nas fileiras da legenda.

Marta acusou a sigla de protagonizar "um dos maiores escândalos de corrupção que a nação brasileira já experimentou", em referência aos fatos revelados pela Operação Lava Jato.

Na mesma esteira, Marta apoiou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, de quem foi ministra da Cultura entre 2012 e 2014, durante o segundo mandato presidencial. Gleisi Hoffmann também foi ministra de Dilma na mesma época, comandando a Casa Civil entre 2011 e 2014. O voto de Marta é considerado uma "traição" por uma ala do partido, que foi contra o retorno dela, o que gerou desavenças internas nas últimas semanas.

A cerimônia de filiação de Marta Suplicy deverá ter a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que abonará a ficha da volta da ex-prefeita ao partido, e dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e do Trabalho, Luiz Marinho, e deve receber cerca de mil pessoas. O evento está marcado para esta sexta-feira na Casa de Portugal, centro da cidade.

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