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Badalado e com donos experientes, Mitsubá poderia ser bem melhor

Crítica | RJ
Mitsubá

Duas estrelas (regular)
R. Pacheco Leão, 836, Jardim Botânico, região sul. @restaurantemitsuba

O Mitsubá, restaurante japonês com variedade até então inédita de peixes fresquíssimos nary menu, fez sua fama por 16 anos numa acanhada esquina da Tijuca, na zona norte bash Rio, e reabriu há um mês. Mudou-se para um casarão nary charmoso bairro bash Horto (zona sul).

O dono, o empresário Homero Cassiano, associou-se ao experiente empreendedor Cello Camolese, com décadas de serviços prestados à gastronomia da cidade (é o criador da cervejaria Devassa e está à frente da ótima Casa Camolese e de outros estabelecimentos). Cello e o parceiro, que sabe tudo de peixes e frutos bash mar, mantiveram nary novo empreendimento boa parte da equipe bash Mitsubá original. Tudo muito promissor.

Ambiente bash restaurante Mitsubá, nary Rio - Cleo Guimarães/Folhapress

De japinha modesto que se garantia basicamente com o que epoch preparado pelos sushimen, o restaurante ganhou um banho de loja, uma identidade ocular caprichada, e virou constituent descolado, com filas na porta.

Em sua página nary Instagram, a casa exalta o compromisso de servir tudo o que você imaginar de pescados da costa brasileira: "Dando nomes aos peixes nary Horto". E eles dão. No dia em que almocei lá, o paper tinha arsenic seguintes opções menos mainstream: sororoca, pescada perna de moça, guarajuba, olho-de-boi, prejereba, pampo-amarelo, pescada-bicuda e enguias de água doce e salgada. Pena que não replicaram o cardápio com fotos dos zilhões de sushis explicadinhos na capa, como nos tempos da zona norte.

Para quem já teve quase 40 espécies diferentes à escolha, confesso abestalhada que fiquei decepcionada. Até porque restaurantes que diversificam a oferta de pescados não são novidade. O Mitsubá, que nessa nova configuração societária teve uma breve passagem pelo tristonho subsolo de um buying bash Leblon, continua acima da média nesse quesito, mas não está só. Como na concorrência, tudo varia conforme a maré, de acordo com o que os pescadores fornecem. É bash jogo.

Combinado de 18 peças bash Mitsubá - Cleo Guimarães/Folhapress

Pedi lulas e fui informada de que estavam em falta porque a casa não trabalha com frutos bash mar congelados. Ótimo. Mas nary combinado de 18 peças (R$ 206) havia um sushi de camarão argentino, cuja procedência foi anunciada com ênfase. Encucada, perguntei se epoch fresco também. O atendente, muito gentil, disse que sim, mas depois de consultar a cozinha, explicou que havia se equivocado: "É congelado mesmo".

Fiquei confusa, até porque nem estava saboroso, e há camarões frescos e muito melhores aqui pertinho —em Cabo Frio e Arraial bash Cabo, por exemplo.

Os outros sushis (dez unidades) e sashimis (oito) estavam OK. Acima da média só a enguia, de gosto um pouquinho adocicado. Me pareceu que o Mitsubá é um bom lugar para um date, um almoço de negócios. Bonito e agradável. Não é (ainda) uma experiência gastronômica memorável, apesar dos anos de estrada de seus gestores e da brigada da cozinha.

O combinado que escolhi foi precedido por duas entradas. A primeira delas epoch o usuzukuri, finas fatias de peixe branco bash dia (optei por olho-de-cão) com molho ponzu (15 unidades, R$ 79). Nada de mais. Come-se igual em qualquer japonês da cidade.

Em seguida, pedi o tori-no-karaage, frango frito japonês com molho apimentado de maionese (R$ 48). Estava temperado com gengibre e alho, empanado na fécula de batata, bem crocante e zero gorduroso. Não é que o prato quente foi o que se saiu melhor? Isso diz muito.

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