O estudo analisou toda a parte visível da nebulosa com um nível de detalhe inédito. A descoberta foi publicada em um artigo científico na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.
Nebulosas são nuvens de gás e poeira formadas quando estrelas semelhantes ao Sol chegam ao fim da vida. Com o tempo, esse material se espalha e forma estruturas geralmente difusas, compostas principalmente por gases leves, como hidrogênio e hélio, misturados a pequenas quantidades de poeira.
O ferro normalmente não aparece concentrado em regiões bem definidas no interior de nebulosas. Por isso, a presença de uma faixa rica nesse elemento atravessando o centro da nebulosa foge do padrão observado pelos cientistas.
Por que isso surpreendeu
Cientistas não esperavam encontrar uma estrutura nova em um dos objetos mais observados do céu. A Nebulosa do Anel está entre os alvos astronômicos mais fotografados e estudados da história, o que torna incomum a identificação de uma formação inédita em seu interior.
Localizada a cerca de 2.300 anos-luz da Terra, a Nebulosa do Anel foi identificada no século 18. Apesar de parecer pequena quando observada da Terra, ela tem dimensões comparáveis às do Sistema Solar interno, o que ajuda a dimensionar a presença da faixa estreita rica em ferro encontrada em sua região central.

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3 horas atrás
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