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BC autorizou Master a vender o Pleno três meses antes da liquidação

 Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Edifício-sede do Banco Central em Brasília. Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil Imagem: Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Banco Pleno, liquidado nesta quarta-feira pelo Banco Central, escapou da liquidação do Master em outubro do ano passado, como a coluna já havia reportado. Três meses antes, em 11 de agosto, o BC autorizou o Master a vender o banco a Augusto Lima em uma controversa reestruturação societária que suscitou críticas ao regulador — que teria autorizado o esvaziamento do banco às vésperas da liquidação.

Lima tinha 30% do Master, chegou a ser CEO do banco, e era sócio de Daniel Vorcaro desde 2018. Foi ele que levou para a sociedade com Vorcaro no então banco Máxima um valioso contrato de exclusividade com o governo da Bahia, o cartão Credcesta. O programa de cartão consignado — que combina juros de rotativo de cartão e risco baixo de consignado — está na origem do Master e era seu negócio "lícito" mais rentável.

Em 2024, Vorcaro tentou vender outros ativos, como o LetsBank, que selaria a saída de Mauricio Quadrado, mas o BC não autorizou. Apenas a venda do Voiter (rebatizado de Pleno) para Lima foi autorizada, selando a saída de Lima do grupo Master.

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