Entre os estreantes estão artistas, um atleta e um cineasta que alcançaram fortunas bilionárias impulsionadas por carreiras de sucesso e investimentos fora de suas áreas principais.
Um dos destaques é a cantora e compositora norte-americana Beyoncé, de 44 anos, que atingiu patrimônio estimado em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões).
A artista acumulou riqueza ao longo de décadas com vendas de música, turnês mundiais e investimentos, além do colecionismo de arte ao lado do marido, o rapper e empresário Jay-Z, que já figurava no ranking.
Outro nome da música que estreia na lista é o produtor e rapper norte-americano Dr. Dre, de 61 anos, também com fortuna estimada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões).
Grande parte de seu patrimônio foi impulsionada pela venda da marca de fones Beats by Dre para a Apple, em 2014, por cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões) em dinheiro e ações.
No esporte, o ex-tenista suíço Roger Federer, de 44 anos, aparece pela primeira vez no ranking, com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões).
Além da carreira consagrada, marcada por 20 títulos de Grand Slam, parte significativa de sua fortuna vem de contratos de patrocínio e de sua participação na fabricante de calçados On Running.
Já no cinema, o diretor canadense James Cameron, de 71 anos, também passou a integrar o grupo de bilionários.
Com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões), Cameron construiu sua fortuna dirigindo alguns dos maiores sucessos de bilheteria da história, como “Titanic”, “Avatar” e “O Exterminador do Futuro”.
A presença desses nomes reforça uma tendência observada nos últimos anos: celebridades que transformam carreiras de destaque em negócios lucrativos e investimentos diversificados, ampliando suas fontes de renda e patrimônio para além da indústria do entretenimento.
O ranking deste ano reúne 3.428 empresários, investidores e herdeiros — um recorde e 400 nomes a mais do que em 2025, segundo a revista.
Juntos, eles acumulam uma fortuna estimada em US$ 20,1 trilhões, também um valor recorde e US$ 4 trilhões acima do registrado no ano passado.
Os Estados Unidos concentram o maior número de bilionários, com 989, incluindo 15 dos 20 mais ricos do mundo. Em seguida aparece a China, incluindo Hong Kong, com 610, enquanto a Índia, com 229, ocupa um distante terceiro lugar.
Outros destaques desse grupo de novatos são:
- Edwin Chen (patrimônio líquido estimado em US$ 18 bilhões): fundador da empresa de inteligência artificial Surge AI;
- Peter Mallouk (US$ 16,1 bilhões): presidente, CEO e principal acionista da empresa de planejamento financeiro Creative Planning.

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