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Bolsa e dólar operam influenciados por petróleo, Petrobras e IPO no radar

Petroleira propõe R$ 8 bilhões em dividendos. O conselho de administração da companhia aprovou encaminhar à assembleia proposta de remuneração aos acionistas de R$ 8,1 bilhões referente ao 4º trimestre de 2025. No acumulado de 2025, a estatal diz ter distribuído R$ 45,2 bilhões em proventos. Desse total, R$ 17,6 bilhões foram destinados ao grupo de controle, segundo a empresa.

Se, por um lado, a dívida líquida aumentou 2,6%, para US$ 60,5 bilhões, deixando menos espaço para surpresas positivas com dividendos nos próximos trimestres, por outro lado, a forte alta do petróleo observada nos últimos dias será um vento favorável para a geração de caixa. Por 3,8 vezes o valor da firma em relação ao Ebitda, um dividend yield próximo de dois dígitos, Petrobras segue com recomendação de compra. Ruy Hungria, analista da Empiricus Research

Embraer reportou lucro líquido ajustado de R$ 832 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 20,3% ante igual período de 2024. Já o lucro líquido atribuível aos acionistas somou R$ 447,5 milhões, alta de 69,3%. No acumulado do ano passado, o lucro ajustado da empresa caiu 47,4%, para R$ 1,367 bilhão em 2025.

Companhia diz que aumento de entregas deve impulsionar um salto nas receitas. Caso as estimativas sejam confirmadas, a Embraer projeta fechar 2026 com receitas entre US$ 8,2 bilhões e US$ 8,5 bilhões para este ano, após atingir um recorde de US$ 7,6 bilhões em 2025. Na Bolsa brasileira, as ações da fabricante de aeronaves têm código EMBJ3.

Bolsa pode ter primeiro IPO em meia década. A Cosan entrou com um pedido na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para fazer um IPO (Oferta Pública Inicial de Ações) da Compass, empresa do grupo que atua no setor de gás, por meio da Comgás, em São Paulo, e mais seis distribuidoras do setor. Se levada adiante, será a primeira operação desse tipo na Bolsa brasileira desde 2021.

Operação pode influenciar ações das empresas do grupo. A repercussão do pedido de IPO influencia os papéis da Cosan, que tem buscado alternativas para injetar capital na Raízen, de distribuição de combustíveis, que está com endividamento elevado. A sócia Shell disse que assumiria um aporte desde que a sócia brasileira também entrasse com recursos.

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