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Bolsa tem queda e dólar fecha em alta, a R$ 5,30, maior cotação desde 13/3

Na Europa, índices acionários tentam recuperação. As fortes perdas ontem, alguns indicadores registram variação positiva. Às 6h35 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,28%, a de Paris avançava 0,43% e a de Frankfurt ganhava 0,65%.

Mercado repercutiu corte de juros no Brasil. O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central fez a primeira redução da Selic desde maio de 2024, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano, mas não sinalizou no comunicado corte da taxa no próximo encontro do colegiado.

O ambiente atual combina três vetores relevantes: juros ainda elevados no Brasil, Fed mantendo taxas entre 3,50% e 3,75% e a alta do petróleo pressionando expectativas de inflação. Isso cria um cenário de maior seletividade para investidores. João Kepler, CEO da Equity Group

Fluxo de recursos favorece dólar no mundo. A alta do petróleo e a escalada da guerra no Oriente Médio levam agentes econômicos no mundo a buscarem abrigo em moedas fortes, como dólar, euro e franco suíço, reduzindo a busca por moedas de países emergentes.

Juros elevados no Brasil, a segunda maior taxa real do mundo, entretanto, atraem recursos de aplicadores. Segundo analistas, além disso, o fato de ser um dos maiores produtores de petróleo do mundo também coloca o país em posição privilegiada nesse cenário de incertezas. Tanto que o fluxo cambial está positivo em US$ 5,9 bilhões em 2026 até o dia 13 de março, segundo dados do Banco Central. Para a Bolsa, o saldo de investimento estrangeiro em 2026 está positivo em cerca de R$ 43 bilhões, sendo R$ 4 bilhões disso apurado depois que a guerra começou.

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