Parlamentares aliados de Jair Bolsonaro (PL) atacaram o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, após o indiciamento do ex-presidente e do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sob suspeita de coação e após a operação contra Silas Malafaia nesta quarta-feira.
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Parlamentares aliados de Jair Bolsonaro (PL) atacaram o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, após o indiciamento do ex-presidente e do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sob suspeita de coação e após a operação contra Silas Malafaia nesta quarta-feira.
A Polícia Federal indiciou Bolsonaro e o filho sob suspeita de obstrução do julgamento da trama golpista, em curso no STF. O relatório final da investigação, entregue ao tribunal na sexta-feira, afirma haver indícios de que os dois cometeram crimes de coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado democrático de Direito.
O vereador Carlos Bolsonaro (PL) afirmou que está em curso "um manual de perseguição que faria inveja aos maiores ditadores da história". "A cada dia, trabalham em conjunto para manipular a opinião pública. O objetivo é simples: desgastar, sufocar e apagar qualquer voz que confronte a engrenagem", publicou no X.
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, afirmou que as medidas fazem parte da ditadura de Moraes e recomendou que o ministro tome cuidado. "Tome cuidado com o que Vossa Excelência está fazendo, nós não vamos recuar", disse na tribuna do plenário. "Para cada preso da direita se multiplicarão milhões nas ruas contra sua ditadura."
"Não queira fazer da sua toga mais um pedestal de ditadura para expor as pessoas em aeroporto. Um ministro tem Constituição para respeitar e o senhor rasgou a Constituição porque sua vida já está desgraçada pela Lei Magnitsky", disse ainda Sóstenes.
O líder do PL afirmou que Moraes divulgou áudios com o objetivo de provocar brigas internas na direita, mas que o efeito foi o de unir o campo.
Outro deputado que ameaçou Moraes, mas voltou atrás, foi Zé Trovão (PL-SC). "Alexandre de Moraes, presta atenção, o seu dia, o seu fim, está próximo e nós vamos acabar com a sua vida", disse no plenário. Em seguida, afirmou que queria corrigir sua fala. "Eu disse a palavra 'destruir sua vida' e isso de maneira nenhuma. A gente não está aqui para destruir vidas e sim as ações erradas que ele tem tomado. Eu quero retirar minha palavra."
Agências

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