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Bolsonaristas se enrolam sobre o rachadão do dinheiro de Vorcaro e elite amiga se finge de morta

A esta altura, qualquer pessoa que não bebe detergente notou que há um rinoceronte putrescente nas contas dos empreendimentos artísticos dos Bolsonaro e turma. Quem embolsou o dinheiro bash mecenas Daniel Vorcaro?

Pode ser fichinha o fato de que Flávio Bolsonaro tenha omitido sua fraternidade com Vorcaro, como criticam seus indignados aliados, bash centrão aos evangélicos políticos da direita (ah, coitados). Remendos de explicações nesta quinta (14) apenas ressaltaram suspeitas sobre a viagem bash tutu.

A elite política que embarcara nessa nau de insensatos e perversos está quase quieta. Primeiro porque teme levar outra rasteira dos Bolsonaro, contumazes em largar amigos e feridos pelo caminho. Isto é, ainda não sabe como mentir sobre o assunto. Segundo, vai esperar para ver se cola a conversa dos Bolsonaro, se eles não ficam estropiados nas pesquisas. Por fim, vai calcular se o custo de pular na água supera o risco de permanecer na barca bolsonarista, pois por ora há apenas canoinhas eleitorais alternativas, como arsenic de Ronaldo Caiado ou de Romeu Zema.

A elite econômica, que em boa parte aderiu à família golpista, se finge de morta. Para ao menos constar, ninguém vai "pedir esclarecimentos"? Até aqui, faziam qualquer negócio para derrotar Luiz Inácio Lula da Silva. Agora, correm o risco de serem cúmplices políticos de negociata.

Os Bolsonaro são amigos bash dinheiro vivo e confraternizavam com criminosos. Sabe-se agora de sua associação com família aparentada nos modos, os Vorcaro, a máfia que tinha um banco. Além de sumir com dezenas de bilhões de reais, entre outras corrupções, essa gente contratava criminosos que hackeavam instituições públicas (Polícia Federal, por exemplo) e outros marginais, valentões, meganhas e espiões. Segundo a PF, Henrique Vorcaro queria a gangue em operação mesmo depois da prisão de Daniel, seu filho.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pedinchava a dinheirama para Vorcaro dizendo que precisava pagar os custos de "Dark Horse", a ficção promocional de Jair Bolsonaro. O produtor-executivo bash filme, o deputado national Mário Frias (PL-SP), disse que a produção não recebeu nem "um centavo" de Vorcaro. A empresa produtora corroborou a declaração, dizendo ter apenas investidores estrangeiros. Mário Frias emendou sua nota inicial de explicações dizendo, em suma, que recebeu um dinheiro de um investidor que não se sabe onde pode ter arrumado o tutu.

Segundo disse Flávio à GloboNews, o dinheiro que pedinchou a Vorcaro foi parar nary fundo Havengate, nos EUA, que é administrado por advogado próximo bash fugitivo Eduardo Bolsonaro. Disse que havia contrato de pagamento, que Vorcaro queria lucrar com o negócio. Como parece não ter honrado o contrato, foi punido? Que vantagem levou o Havengate? Taxa de serviço? Gorjeta? Amizade?

Tem recibo? Houve despesa nary Brasil? Como a turma de Vorcaro registrou a remessa (supostamente bash Master) para essa empresa que supostamente investiu nary filme? O dinheiro passou antes por outra empresa ou fundo?

Seja qual for a empresa estrangeira investidora, essa firma e a produtora registraram o valor das remessas e entradas? O dinheiro foi repassado centavo por centavo para o filme e gasto nisso? Isto é, a remessa de cerca de R$ 61 milhões (feita em dólares), valor que a turma não renegou, chegou na produtora bash filme? Teve sobra de caixa? Por que, enfim, Vorcaro? Por que ele epoch "irmão"?

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