O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passará por um novo procedimento médico que visa controlar suas crises de soluço, segundo afirmou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em postagem nas redes sociais.
Após a cirurgia de hérnia que Bolsonaro passou na quinta-feira (25), Claudio Birolini, um dos médicos do ex-presidente, explicou que o procedimento era um bloqueio do nervo frênico —uma anestesia do nervo do diafragma para tentar conter os soluços.
"Esse bloqueio anestésico, que é um procedimento relativamente seguro, mas que não é o padrão para o tratamento de soluço. Precisa ver realmente se isso justifica o benefício, o risco", afirmou Birolini na ocasião. Segundo o médico, esse não é um procedimento cirúrgico.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente, afirmou nas redes sociais que Jair Renan, o mais novo, está aguardando no hospital DF Star, em Brasília, para mais informações, já que não é possível a visita de mais de um filho.
Bolsonaro passa por crises de soluço crônico desde a época em que era deputado federal, de acordo com Carlos Birolini. Segundo a postagem de Michelle, o ex-presidente tem tido episódios diários de soluço há nove meses.
O ex-presidente havia iniciado a fisioterapia na sexta-feira (26), um dia depois da cirurgia de hérnia, de acordo com o boletim médico. Bolsonaro estava em cuidados pós-operatórios, tomando analgésicos e medicamentos para a prevenção de trombose, que acontece quando um coágulo se forma dentro da via sanguínea.
A expectativa é que o ex-presidente fique internado por cerca de uma semana antes de voltar à carceragem da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, em Brasília, onde cumpre pena por tentativa de golpe de Estado.
A cirurgia de hérnia de Bolsonaro precisou ser autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes devido à pena que o ex-presidente ainda está cumprindo.
Após a cirurgia, o cardiologista Brasil Ramos Caiado, que também cuida da saúde de Bolsonaro, afirmou que o quadro de soluços tem causado cansaço extremo e prejudicado o sono do ex-presidente. A condição tem relação direta com uma esofagite severa, associada à gastrite e ao refluxo gastroesofágico.
Inicialmente, a ideia da equipe médica era tentar reduzir os sintomas com tratamento clínico, medicação e dietas, com o objetivo de ser menos invasivo possível para garantir a segurança do paciente, que já tem 70 anos.
Um novo boletim médico explicando as razões pelas quais Bolsonaro passará pelo procedimento ainda não foi divulgado.

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4 meses atrás
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