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Brasil é um dos emergentes menos vulneráveis a choques de petróleo

Brasil em posição favorável

Dentro deste quadro global, o Brasil encontra-se numa posição relativamente favorável. Hoje produtor e exportador importante de petróleo, os impactos da alta nas cotações do barril tendem a ser mistos, com reflexos positivos na balança comercial e nas contas públicas. Por outro lado, inflação e juros são riscos para o país, sem falar nos efeitos negativos domésticos de uma freada na atividade econômica global.

Um levantamento do banco suíço UBS, com atuação importante no mercado financeiro global, aponta o Brasil como uma das economias emergentes menos vulneráveis ao atual choque do petróleo. Num grupo de 19 países, o Brasil é listado como o sexto menos vulnerável.

Num ranking que vai de uma pontuação de 6,7 pontos até 11,9 pontos, o Brasil aparece com 10,7 pontos. Só é mais vulnerável a choques de petróleo do que República Tcheca, Malásia, Indonésia, China e Taiwan. Os mais vulneráveis da lista são Polônia, Turquia, Tailândia, Coreia e África do Sul.

Mesmo autossuficiente na produção de petróleo, com margem para fazer da mercadoria o item de maior receita nas exportações brasileiras, o país ainda é importador de derivados, com destaque para o óleo diesel. O diesel importado responde, em média, por entre 20% e 30% do consumo nacional.

De todo modo, o saldo na balança comercial de petróleo é alto, cerca de US$ 30 bilhões, respondendo por mais de 40% do total da diferença entre exportações e importações em 2025.

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