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Brasil presta solidariedade a países impactados por ataques retaliatórios do Irã e pede fim de ações militares

Governo afirmou que acompanha com preocupação escalada de hostilidades no Oriente Médio. Nota divulgada na noite deste sábado (28) não citou diretamente Israel e EUA.


  • O Brasil manifestou solidariedade a Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait e Jordânia.

  • O Itamaraty condenou ações que violem a soberania de outros Estados ou que possam ampliar o conflito na região.

  • O Ministério das Relações Exteriores alertou para graves impactos humanitários e econômicos, incluindo riscos à estabilidade regional.

  • O governo defendeu o diálogo diplomático e o papel central das Nações Unidas para a resolução de conflitos.

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O governo brasileiro prestou solidariedade a países impactados por ataques retaliatórios do Irã e pediu a interrupção de ações militares na região do Golfo. Em nota divulgada na noite deste sábado (28), o Ministério das Relações Exteriores afirmou que a escalada representa uma grave ameaça à paz.

Na nova nota, o Brasil se solidarizou com Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait e Jordânia, países atingidos por ataques retaliatórios iranianos.

O governo condenou medidas que violem a soberania de terceiros Estados ou que possam ampliar o conflito, como ações retaliatórias e ataques contra áreas civis e infraestruturas.

“Ao lamentar a perda de vidas civis, o Brasil expressa solidariedade às famílias das vítimas e enfatiza a obrigação dos Estados de assegurar a proteção de civis, em conformidade com o Direito Internacional Humanitário”, afirmou o governo.

O Itamaraty também declarou que acompanha com preocupação a situação no Oriente Médio e alertou para possíveis impactos humanitários e econômicos de amplo alcance, incluindo riscos à estabilidade regional e a rotas estratégicas de comércio e energia.

O Brasil fez ainda um apelo pela interrupção imediata de ações militares ofensivas e pediu que todas as partes respeitem o Direito Internacional.

Por fim, o Itamaraty afirmou que o diálogo e a negociação diplomática são o único caminho para superar as divergências e defendeu o papel central das Nações Unidas na prevenção e na resolução de conflitos.

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