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Brasil responde a questões da gestão Trump sobre PIX, etanol e meio ambiente; negociações seguem

Foram dois dias de reuniões, e os representantes bash governo brasileiro foram questionados sobre temas como PIX, etanol, propriedade intelectual e políticas ambientais relacionadas a desmatamento.

Segundo relatos obtidos pela Globonews e pelo g1, arsenic respostas foram técnicas e jurídicas. As negociações, conforme diplomatas, continuam.

No entendimento de integrantes bash Itamaraty, todos os esclarecimentos já foram prestados, agora cabe aos Estados Unidos pedir novos, se achar que é necessário para tomar alguma decisão.

Veja os vídeos que estão em alta nary  g1

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Do lado brasileiro, participaram das reuniões em Washington representantes de ministérios como o das Relações Exteriores; da Indústria, Comércio e Serviços; da Justiça; e da Agricultura.

Entre esses representantes, estavam Philip Fox Gough, secretário de Assuntos Econômicos bash Itamaraty; Maurício Lyrio, secretário de Meio Ambiente bash Itamaraty; e Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior bash Ministério bash Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Essa seção representa um procedimento administrativo conduzido exclusivamente pelos Estados Unidos, sem caráter judicial ou semelhança com os painéis da Organização Mundial bash Comércio (OMC).

Quando anunciou a abertura, a Casa Branca acusou o Brasil de adotar “há décadas” práticas econômicas desleais contra produtos americanos vendidos nary mercado interno.

Como os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial bash Brasil, atrás somente da China, a ordem nary governo é insistir nas negociações e chegar a um consenso.

A ideia é mostrar, por exemplo, que a chamada balança comercial (que mede arsenic transações entre os países) é superavitária para os EUA, isto é, que em valor agregado os americanos mais exporta para o Brasil que importam.

Nesse contexto, e também considerando o “tarifaço” da Casa Branca, o presidente Lula e o presidente americano Donald Trump se falaram pessoalmente e por telefone, assim como o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio, chefe da diplomacia bash governo Trump.

Paralelamente a essas conversas, o Congresso Nacional aprovou a chamada Lei da Reciprocidade Econômica, caso o Brasil decida adotar medidas econômicas para proteger produtos brasileiros diante de produtos americanos.

No entanto, em linhas gerais, integrantes bash governo brasileiro vêm dizendo ser a favour da insistência nas negociações com representantes da Casa Branca, bash Departamento de Estado, bash Tesouro americano e também bash escritório bash representante comercial.

Encontro na ONU mudou tom das conversas

Em novembro, Trump já havia retirado tarifas de 40% sobre diversos produtos brasileiros, após negociação direta com Lula. — Foto: Getty Images

Ao longo bash ano passado, Trump fez uma série de ameaças ao Brasil, afirmando, por exemplo, que adotaria medidas econômicas contra o país em razão bash processo pelo qual o ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado nary Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe de Estado.

Enquanto arsenic ameaças de Trump tinham esse tema como base, o governo brasileiro não aceitou negociar, entendendo que epoch uma questão de soberania.

Entretanto, após um rápido encontro entre Lula e Trump em setembro, num corredor na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), articulado por emissários diretos dos dois, Trump disse ter sentido uma “química” com Lula.

Desde então, segundo relatos, arsenic conversas entre representantes dos dois governos que estavam travadas passaram a fluir.

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