"O Brasil vive uma crise ética e moral sem precedentes na sua história. Não vemos a capacidade de indignação na sociedade brasileira. Vivemos em um País que não tem recursos para educação, saúde e segurança pública. Que exemplo estamos dando para os nossos filhos." A análise foi feita pelo ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, que nesta quarta-feira (21) foi um dos participantes do Tá na Mesa da Federasul que abordou o tema "Que País é esse".
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"O Brasil vive uma crise ética e moral sem precedentes na sua história. Não vemos a capacidade de indignação na sociedade brasileira. Vivemos em um País que não tem recursos para educação, saúde e segurança pública. Que exemplo estamos dando para os nossos filhos." A análise foi feita pelo ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, que nesta quarta-feira (21) foi um dos participantes do Tá na Mesa da Federasul que abordou o tema "Que País é esse".
O debate reuniu Jerônimo Goergen, presidente do Instituto Liberdade Econômica, Francisco Turra, presidente do Conselho da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e o vice-presidente da Federasul, Altair Toledo. "A sociedade brasileira vive no País das emendas parlamentares, um País que tem um Fundo Eleitoral de quase R$ 5 bilhões e um fundo partidário de R$ 1 bilhão. Perdemos a capacidade de indignação e a sociedade está com medo e anestesiada", destaca.
Para Jerônimo Goergen, o Brasil tem toda a condição de ser protagonista no mundo. "O problema é que o Brasil não sabe se planejar. Estamos deixando de ocupar espaço em um momento em que Estados Unidos e China travam uma briga comercial", destaca. Goergen disse que o Brasil lamentavelmente prefere deixar de discutir o estado brasileiro porque sempre está pensando na próxima eleição. "Perdemos um tempo no Brasil para sermos protagonista no cenário internacional e isso é assustador", lamenta. Francisco Turra defendeu que o Brasil deveria ter um seguro agrícola. "É triste viver em um País que sofre com estiagem e não tem um seguro agrícola para proteger os produtores rurais brasileiros", lamenta.
Já Altair Toledo apontou que a carga tributária do Brasil é uma das mais altas do mundo. "No ano passado, tivemos uma carga tributária em torno de 33% maior que a Argentina, a Suíça, o Chile, o Canadá e os Estados Unidos", acrescenta. Segundo o vice-presidente da Federasul com a reforma tributária que estará em vigor a partir de 2026, os brasileiros vão pagar para consumir uma das alíquotas mais altas do mundo. "O sistema tributário do Brasil é muito complicado e que País é esse que onera a sociedade brasileira com aumento de tributos", acrescenta. Para Toledo, o estado brasileiro poderia ser menor e se preocupar com o setor da saúde, educação e segurança pública.

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