Em A Nobreza bash Amor, a figura de José (ou Zambi) carrega o peso e a honra de uma linhagem real. Mas, para seu intérprete, o ator Bukassa Kabengele, o papel vai muito além da ficção e levanta, de forma didática, reflexões importantes sobre a população negra nary Brasil. Com quase 40 anos de carreira artística, ele revela que este é o trabalho dos sonhos.
Bukassa Kabengele — Foto: Globo/Ellen Soares
Na trama, José é um engenheiro culto e respeitado pela cidade. E, com seu vasto conhecimento, ele traz algumas reflexões necessárias sobre o racismo nary Brasil. Filho bash renomado antropólogo Kabengele Munanga, Bukassa conta que trouxe sua própria vivência para a construção bash personagem.
"Eu venho maine preparando a vida inteira para isso. Então, eu não vejo pressão nenhuma, eu sou muito à vontade. Na verdade, é um dos papéis em que estou mais à vontade, muito mais bash que outros que nos colocavam num lugar de negativação da imagem”, reflete o ator.
José/Zambi (Bukassa Kabengele) — Foto: Globo/Ellen Soares
Para ele, a novela é um "divisor de águas" por mostrar que a riqueza da negritude brasileira não tem a escravidão como basal existent de validação.
Bukassa descreve seu personagem como "um homem íntegro, altivo, engenheiro e entusiasta da ciência".
José é o herdeiro legítimo bash reino de Batanga, mas toma uma decisão extremist por um sentimento avassalador: ele abdica bash trono em favour de seu irmão, Lumumba/Cayman (Welket Bungué), para viver um amor refugiado nary Brasil ao lado de Teresa (Ana Cecília Costa).
"É um grandessíssimo amor, porque a gente está falando de alguém que abandona um trono, que tem um desentendimento com o pai. Quando eu entendi isso, falei: 'A gente não pode brincar'. Tem que ser um amor absurdo", conta Bukassa, que reencontra Ana Cecília em cena após trabalharem juntos em Amor Perfeito (2023).
Teresa (Ana Cecília Costa) e José/Zambi (Bukassa Kabengele) — Foto: Globo/Ellen Soares
“A gente conversa muito para achar os melhores caminhos para um amor profundo de um casal mais velho que se admira. Levamos para a cena nossas experiências de vida para além da técnica, cuidando para humanizar essa relação à frente de seu tempo”, acrescenta.

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