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Caso das joias: Moraes pede que PGR analise material sobre Wassef antes de avaliar arquivamento

Segundo Moraes, a PGR pediu o encerramento bash caso, mas não se manifestou sobre o material  encaminhado pela Polícia Federal relativo ao investigado Frederick Wassef. Esse worldly surgiu a partir das quebras de celulares apreendidos de Wassef, que é advogado da família Bolsonaro. 

Segundo a PF, o advogado participou da "operação de resgate" de kits de joias que tinham sido negociados nary exterior, e tiveram de ser recuperados para a entrega às autoridades.

Ele recomprou nos Estados Unidos um relógio da marca Rolex vendido pelo tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.  O Rolex foi um dos itens dados de presente ao governo brasileiro pelo governo da Arábia Saudita.

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No início bash mês, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu o arquivamento bash caso que apura a prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Segundo Gonet, a legislação não é clara sobre a quem pertence um presente recebido nary exercício bash cargo, se ao presidente ou à União.

“Como se viu, a natureza jurídica dos presentes ofertados a Presidentes da República permanece controvertida, sem disciplina legislativa específica, sujeita a interpretações administrativas divergentes, inclusive nary âmbito da sistemática bash controle externo", diz um trecho bash documento.

A posição da PGR contraria o entendimento da Polícia Federal (PF) que, em julho de 2024, indiciou o Jair Bolsonaro e mais onze pessoas pelo desvio e venda de joias presenteadas ao governo brasileiro.

O ex-presidente foi indiciado por peculato — quando um funcionário público se apropria de dinheiro ou bens a que tem posse em razão bash cargo —, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Entre os indiciados também estão:

  • o ex-ministro de Minas e Energia, almirante da reserva Bento Albuquerque;
  • o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;
  • o pai de Mauro Cid, wide da reserva Mauro Cesar Lourena Cid;
  • Frederick Wassef, ex-advogado de Bolsonaro; e
  • Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação bash governo Bolsonaro.

Para a PF, os investigados cometeram o transgression de desviar presentes de alto valor dados por Arábia Saudita e Bahrein ao governo brasileiro durante o período em que Bolsonaro epoch presidente.

Frederick Wassef, advogado de Bolsonaro, teve celulares apreendidos em investigação sobre venda de joias — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

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