A polícia anunciou também que está "identificando e entrando em contato com ex-agentes e agentes que possam ter trabalhado de perto na proteção de Andrew Mountbatten-Windsor" para saber se eles tenham "visto ou ouvido" qualquer informação que possa contribuir para as investigações.
Essa consulta ocorre após um ex-oficial sênior da unidade especial de proteção da realeza da Polícia Metropolitana ter denunciado à imprensa britânica que seguranças de Andrew podem ter "deliberadamente feito vista grossa" durante visitas do ex-príncipe à ilha de Epstein.
Apesar do anúncio em relação às investigações para determinar as ligações de Jeffrey Epstein com o Reino Unido, a pasta afirmou que não houve nenhuma nova acusação criminal foi apresentada à polícia em relação a supostos crimes sexuais que teriam ocorrido na Grã-Bretanha.
Policiais britânicos de guarda na entrada do Royal Lodge, residência oficial que ex-príncipe Andrew morou até outubro, em meio a buscas em investigação por ligações com Epstein em 20 de fevereiro de 2026. — Foto: REUTERS/Jaimi Joy
Carros pretos chegam à entrada do Royal Lodge para retomar buscas em investigação contra o ex-príncipe Andrew em 20 de fevereiro de 2026. — Foto: Ben Stansall/AFP
Carros pretos passam pela entrada do Royal Lodge para retomar buscas em investigação contra o ex-príncipe Andrew em 20 de fevereiro de 2026. — Foto: Ben Stansall/AFP
Segundo a "BBC", a polícia ainda pode buscar obter mandados de busca para unidades de armazenamento ligadas a Andrew ou até o Palácio de Buckingham, onde moram o rei Charles III e a rainha Camilla, caso considerem necessário. Se fosse o caso, Charles III "com certeza" renunciaria a quaisquer privilégios reais que pudessem restringir o acesso das autoridades, segundo especialista jurídico ouvido pela emissora britânica.

Ex-príncipe Andrew deixa delegacia após prisão
A prisão de Andrew ocorreu uma semana após autoridades britânicas terem aberto uma investigação para apurar se o ex-príncipe enviou relatórios confidenciais a Jeffrey Epstein enquanto atuava como representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional.
- Epstein foi um financista norte-americano acusado de comandar uma rede de abuso sexual de menores de idade. Ele morreu na prisão em 2019.
- Arquivos do caso divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos desde dezembro citam Andrew diversas vezes.
- Entre os materiais, há fotos em que ele aparece ajoelhado ao lado de uma mulher com o rosto censurado.
Andrew também foi acusado de agressão sexual por Virginia Giuffre, testemunha central do caso Epstein, quando ela ainda era menor de idade. Giuffre tirou a própria vida na Austrália, em abril de 2025. Ela morreu aos 41 anos.
O ex-príncipe nega todas as acusações, tanto as relacionadas ao envio de informações confidenciais quanto as de agressão sexual.
A polícia informou que realizou buscas em dois endereços ligados ao ex-príncipe: um em Berkshire, a oeste de Londres, e outro em Norfolk, no leste da Inglaterra. Agentes locais confirmaram apoio às operações.
Mais tarde, a BBC publicou uma reportagem afirmando que o preso era o ex-príncipe Andrew. A informação também acabou sendo confirmada pela família real britânica.
Andrew Mountbatten-Windsor após sair da delegacia de polícia de Aylsham, em Norfolk — Foto: REUTERS/Phil Noble
Em comunicado, o rei Charles III afirmou ter recebido a notícia “com preocupação”, mas declarou que a polícia tem o apoio da família real e que “a lei precisa seguir seu curso”. Segundo a BBC, o monarca não foi avisado previamente sobre a prisão.
O príncipe William e a princesa Kate também apoiam a posição do rei, de acordo com o serviço de imprensa real.
Ainda de acordo com a BBC, caso o ex-príncipe seja considerado culpado de má conduta no exercício de cargo público, ele pode ser condenado à prisão perpétua.
Novos arquivos de Epstein mostram ex-príncipe inglês Andrew ajoelhado ao lado de mulher — Foto: DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA DOS EUA/AFP
Os laços entre Andrew e Epstein, revelados por arquivos do caso divulgados nos Estados Unidos, colocaram a família real britânica sob pressão. O príncipe William e a princesa Kate disseram na semana passada que estão “profundamente preocupados” com as revelações.
A polícia britânica abriu investigações após as revelações do caso virem à tona e apontarem possíveis conexões com o Reino Unido. Autoridades pediram nesta semana que testemunhas denunciem casos de tráfico de mulheres.

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