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Chefe da OMS diz que médicos e enfermeiros morreram em ataque a centro de saúde no Líbano

Tedros Adhanom confirmou 12 mortes de profissionais da saúde em uma unidade de Bourj Qalaouiyeh. Casos 'marcam um desenvolvimento trágico na escalada da crise no Oriente Médio', declarou.


  • O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou neste sábado (14) que a entidade confirmou a morte de 12 médicos, paramédicos e enfermeiros em um ataque ao centro de saúde primária de Bourj Qalaouiyeh, no Líbano, na noite de sexta-feira.

  • Tedros Adhanom Ghebreyesus acrescentou, em uma publicação no X, que dois paramédicos já haviam sido mortos em outro ataque a uma unidade de saúde em Al Sowana, no sul do Líbano.

  • Israel lançou uma ampla campanha de bombardeios contra o Hezbollah no Líbano, que já matou mais de 770 pessoas e deslocou centenas de milhares. Em resposta, o grupo disparou centenas de foguetes através da fronteira.

  • O Líbano anunciou na sexta-feira (13) que o número de mortos por conta dos ataques de Israel contra o Hezbollah durante a guerra no Oriente Médio chegou a 773. Dessas, mais de 100 seriam crianças. Ainda segundo o governo, 800 mil pessoas foram registradas como deslocadas.

  • Israel e Hezbollah trocam ataques desde os primeiros dias da guerra entre EUA, Israel e o Irã. O grupo libanês é aliado do regime iraniano. Desde então, além das investidas terrestres, Israel realiza bombardeios diários contra Líbano, principalmente na capital Beirute.

Coluna de fumaça cobre o horizonte da cidade após relatos de ataques israelenses nos subúrbios do sul de Beirute , em decorrência da escalada de tensões entre o Hezbollah e Israel, em meio ao conflito entre EUA e Israel com o Irã, Líbano, 13 de março de 2026. — Foto: REUTERS/Amr Abdallah Dalsh TPX IMAGES OF THE DAY

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou neste sábado (14) que a entidade confirmou a morte de 12 médicos, paramédicos e enfermeiros em um ataque ao centro de saúde primária de Bourj Qalaouiyeh, no Líbano, na noite de sexta-feira.

Tedros Adhanom Ghebreyesus acrescentou, em uma publicação no X, que dois paramédicos já haviam sido mortos em outro ataque a uma unidade de saúde em Al Sowana, no sul do Líbano.

“As mortes, nas últimas 24 horas, de 14 profissionais de saúde no sul do Líbano marcam um desenvolvimento trágico na escalada da crise no Oriente Médio”, afirmou o chefe da OMS.

Israel lançou uma ampla campanha de bombardeios contra o Hezbollah no Líbano, que já matou mais de 770 pessoas e deslocou centenas de milhares. Em resposta, o grupo disparou centenas de foguetes através da fronteira.

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Na quarta (11), a ministra dos Assuntos Sociais, Haneen Sayed, afirmou que o número de deslocados que registraram seus nomes em um site vinculado ao ministério chegou a aproximadamente 816 mil, incluindo cerca de 126 mil que estão alojados em abrigos coletivos.

Israel e Hezbollah trocam ataques desde os primeiros dias da guerra entre EUA, Israel e o Irã. O grupo libanês é aliado do regime iraniano. Desde então, além das investidas terrestres, Israel realiza bombardeios diários contra Líbano, principalmente na capital Beirute.

O Exército israelense afirma já ter realizado mais de 500 ataques aéreos contra alvos do Hezbollah em território libanês. A escalada das ameaças ocorre também em meio a um aumento dos bombardeios de ambos os lados.

Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS em visita ao Brasil — Foto: Reprodução

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