Pequim também aproveitou sua tradicional reunião política anual, conhecida como “Duas Sessões”, para anunciar um aumento de 7% no orçamento de defesa, o segundo maior do mundo.
A medida busca equilibrar a influência militar dos Estados Unidos e reforçar as reivindicações territoriais chinesas sobre Taiwan e o Mar do Sul da China.
Com isso, o país deve destinar 1,9 trilhão de yuans (US$ 276,8 bilhões ou cerca de R$ 1,4 trilhão) às forças armadas. Ainda assim, o valor corresponde a aproximadamente um terço do orçamento militar dos Estados Unidos.
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- 🔎A China é a segunda maior economia do mundo e responde por cerca de um terço do crescimento global. Mesmo com exportações robustas, o país enfrenta desequilíbrios estruturais e pressões comerciais vindas de Washington.
“As conquistas do ano passado foram muito difíceis de alcançar”, afirmou o primeiro-ministro Li Qiang ao abrir, na manhã de quinta-feira (5), a sessão anual da Assembleia Popular Nacional (APN), o Parlamento chinês.
Segundo análise da AFP, a meta de crescimento anunciada é a mais baixa desde 1991. A única exceção foi 2020, quando Pequim deixou de fixar um objetivo oficial devido ao impacto da pandemia de covid-19 sobre a economia.
Metas para o desenvolvimento
Milhares de parlamentares e líderes de todo o país se reuniram no Grande Salão do Povo, em Pequim, para o encontro, planejado com grande rigor e acompanhado de perto pelo presidente Xi Jinping.
Durante a reunião, serão aprovados projetos de lei e reformas que, em grande parte, já foram definidos previamente pela liderança do Partido Comunista Chinês (PCC). Para analistas, o evento funciona sobretudo como uma formalização das decisões políticas já tomadas.
O governo chinês defende que o modelo de crescimento do país precisa se afastar dos motores tradicionais, como exportações e indústria manufatureira, e passar a depender mais do consumo doméstico.
Entre as metas econômicas para 2026 estão também uma inflação ao consumidor em torno de 2% e o aumento da renda da população em ritmo semelhante ao da expansão econômica, segundo relatório apresentado por Li.
A economia chinesa vem desacelerando gradualmente nos últimos anos, à medida que o país amadurece como potência econômica.
Mesmo assim, o forte desempenho das exportações ajudou o Produto Interno Bruto (PIB) a crescer 5% em 2025. O país registrou ainda um superávit comercial recorde de US$ 1,2 trilhão (cerca de R$ 6,2 trilhões), apesar de meses de tensões comerciais com os Estados Unidos.
Durante as “Duas Sessões”, Pequim também deve apresentar seu 15º Plano Quinquenal, que estabelecerá as diretrizes de desenvolvimento até 2030.
O plano deve priorizar avanços tecnológicos em áreas como inteligência artificial, indústria de alta tecnologia e segurança energética e de recursos.

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