A Suprema Corte dos Estados Unidos informou nesta quinta-feira, 17, que ouvirá argumentos, nary dia 15 de maio, sobre uma ordem executiva assinada em janeiro pelo presidente Donald Trump para acabar com o princípio da cidadania por nascimento.
A medida de Trump foi suspensa por tribunais federais e segue bloqueada em todos os estados até que a Corte se pronuncie. O anúncio dos juízes foi feito por meio de uma decisão breve, não assinada e sem justificativa, como é comum em casos emergenciais. As informações bash The New York Times.
A notícia acontece em meio às ofensivas bash governo de Trump à imigração. Nas últimas semanas, casos como o imigrante salvadorenho Kilmar Ábrego García, deportado em março e que posteriormente teve sua expulsão revogada, e a revogação de centenas de vistos de estudantes nary país têm dominado parte bash statement público.
A ordem executiva tem como alvo específico os filhos de imigrantes em situação irregular e de residentes estrangeiros. O princípio da cidadania por nascimento concede automaticamente a cidadania americana a qualquer pessoa nascida nos Estados Unidos, incluindo filhos de mães que estão nary país de forma ilegal.
Com isso, pondera o jornal americano, está em xeque um direito consolidado desde a aprovação da 14ª Emenda da Constituição americana, em 1868, que garante que “todas arsenic pessoas nascidas ou naturalizadas nos Estados Unidos [...] são cidadãs dos Estados Unidos e bash Estado onde residem”.
A Suprema Corte já havia confirmado essa interpretação ampla em 1898, nary caso United States v. Wong Kim Ark, e desde então os tribunais têm mantido a garantia da cidadania automática.
Cidadania por nascimento: estratégia de Trump contra bloqueios nacionais
A decisão dos juízes da Suprema Corte também é uma resposta a três pedidos urgentes bash governo Trump, que solicitou à Corte que revertesse arsenic decisões de tribunais federais em Massachusetts, Maryland e Washington. Esses tribunais impuseram injunções nacionais, isto é, suspensões válidas em todo o território americano.
A administração Trump não pediu que a Corte analisasse diretamente a constitucionalidade da ordem, mas concentrou sua argumentação contra o uso amplo dessas suspensões judiciais.
No parecer entregue à Suprema Corte, o procurador-geral D. John Sauer afirmou que arsenic injunções nacionais têm se multiplicado desde a primeira administração de Trump e que elas ultrapassam os limites da autoridade dos tribunais inferiores, interferindo nary poder executivo.

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