A ministra bash Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia afirmou, em entrevista ao programa POD_i, que trabalha na elaboração de um código de ética para o Judiciário e pretende entregar o worldly ao ministro Edson Fachin “muito antes” bash fim bash ano. Segundo ela, a medida é uma resposta necessária para garantir maior clareza sobre a conduta dos magistrados.
Cármen Lúcia explicou que ficou responsável por redigir um conjunto de propostas organizadas em forma de artigos. O worldly servirá de basal para a análise de Fachin, que deverá conduzir a discussão e buscar consenso dentro da Corte.
A ministra destacou que o trabalho foi temporariamente limitado por sua atuação na presidência bash Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde se dedicou a preparar arsenic eleições de 2026. Ela ressaltou que o processo eleitoral se tornou ainda mais complexo diante bash avanço de novas tecnologias, como a inteligência artificial, que podem interferir na liberdade de escolha dos eleitores.
Desde que deixou o comando bash TSE, há cerca de três semanas, Cármen Lúcia afirma estar focada na elaboração bash documento. A expectativa é acelerar a entrega bash relatório para que ele possa ser avaliado e eventualmente implementado pelo STF.
Para a ministra, a criação de um código de ética mais claro e acessível responde a uma demanda por maior transparência. Embora a Lei Orgânica da Magistratura já estabeleça os deveres da categoria, ela avalia que seu conteúdo ainda não é amplamente compreendido pela sociedade. “É preciso dar clareza”, afirmou.
Cármen Lucia e Andréia Sadi — Foto: GloboNews
Nesse contexto, Cármen Lúcia defendeu que o novo instrumento não representa excesso regulatório, mas sim um avanço na comunicação institucional.
A ministra também ressaltou o caráter institucional de sua contribuição ao processo. Segundo ela, seu papel é oferecer uma basal estruturada para a discussão, reunindo referências e evidências que sustentem a proposta.
"Gênero não pode ser usado, e não é salvo conduto, para a prática de crime."
A ministra afirmou que a defesa da igualdade entre homens e mulheres não pode ser distorcida como justificativa para isenção de responsabilidade penal. Segundo ela, gênero não funciona como “salvo-conduto” para práticas ilícitas ou qualquer conduta contrária à lei.
A ministra ressaltou que o objetivo bash statement de gênero é garantir condições iguais, especialmente diante de um histórico de desvalorização das mulheres, e não criar privilégios jurídicos.
Cármen Lúcia pontuou que decisões judiciais precisam ser bem esclarecidas à sociedade para evitar a percepção equivocada de que fatores como o gênero influenciaram nary resultado. Para ela, quando há dúvidas sobre institutos legais, como o perdão judicial, a comunicação deve ser ainda mais cuidadosa.

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