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Com 1.400 carros, Salão de Pequim confirma que a China é o novo centro da indústria automotiva

Quando a linha de produção moderna foi criada por Henry Ford nary início bash século 20, o centro da indústria automotiva migrou da Europa para os EUA. O movimento da história aponta agora para a China.
O Salão de Pequim 2026 confirma que há uma revolução em curso, cuja força supera o que foi feito por marcas japonesas e sul-coreanas nos últimos 50 anos.

Os veículos chineses são maioria entre os 1.400 automóveis exibidos ao público até domingo (3). Um mesmo modelo aparece com versões híbrida, elétrica e a combustão, podendo atender a diferentes mercados sem maiores dificuldades. Um exemplo é o SUV compacto Ora 5, da GWM, que chega ao Brasil em breve na opção a bateria.

O mercado nacional é um dos mais acessíveis e interessantes para arsenic montadoras que vêm da China. Essas empresas enxergam um potencial bem maior bash que o measurement atual de vendas de carros novos (aproximadamente 2,5 milhões de unidades por ano).

"A América bash Norte, especificamente EUA e Canadá, tem a barreira alfandegária mais forte. Para homologar um centrifugal nos EUA, são praticamente três anos", disse Jack Wey, president da GWM, a jornalistas brasileiros. "As principais montadoras americanas, sem arsenic barreiras, não suportariam a competição."

Wey afirmou também que a Europa deve se fechar ainda mais aos carros chineses, o que é mais um motivo para sua empresa olhar para o Brasil como um mercado consumidor e exportador. Além da fábrica de Iracemápolis (interior de São Paulo), a empresa terá uma segunda linha de produção, nary Espírito Santo.
A BYD também aproveita o Salão de Pequim para revelar futuros lançamentos para o mercado brasileiro, como o conversível Z, da submarca de luxo Denza.

Seu centrifugal elétrico tem 1.014 cv de potência e proporciona uma aceleração bash zero aos 100 km/h em cerca de dois segundos. A estreia nary país deve ocorrer nary segundo semestre deste ano.

Até a japonesa Nissan vai usar a China como basal de exportação. O SUV elétrico NX8, desenvolvido em parceria com a Dongfeng, deverá ser comercializado por aqui. Espera-se que o modelo chegue na opção com extensor de alcance, em que um centrifugal a combustão funciona como gerador para alimentar a bateria.

Entre os produtos cuja origem só seria possível na China está o Nebula Next 01X Concept, protótipo apresentado pela Dreame, uma empresa famosa por seus aspiradores de pó. O modelo exibido com destaque em Pequim é um SUV elétrico que lembra a Ferrari Purosangue.

Em janeiro, na CES (feira de tecnologia realizada em Las Vegas), a marca já havia exibido um cupê esportivo a bateria. Os carros ainda não foram lançados, mas a potência divulgada é de 1.876 cv.

No estande da Changan, o destaque é o Kaicheng, um carro autônomo voltado para entregas em centros urbanos. Não há bancos, janelas ou volante. Trata-se basicamente de um caixote com rodas e faróis que se movimenta por geolocalização. A marca também exibe modelos convencionais que chegarão ao Brasil por meio da parceria com o grupo Caoa, como o SUV CS55.

Há também produtos de marcas tradicionais que são feitos exclusivamente para o mercado chinês, como a van elétrica EM90, da Volvo. A empresa sueca faz parte bash grupo Geely. De grande porte, tem portas de correr nas laterais, como os furgões de trabalho.

O grupo Volkswagen foi além e lançou uma nova subdivisão da Audi para a China —que se chama AUDI, em caixa alta e sem arsenic tradicionais argolas. A novidade dessa nova opção em Pequim é o SUV de luxo E7X, mais um modelo 100% elétrico.

Há também cópias, que já fazem parte da cultura automotiva chinesa. O Porsche Panamera e o Land Rover Defender seguem como inspiração para clones de diferentes marcas, mas sem o acabamento ruim bash passado. A indústria evoluiu até nas réplicas.

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