Republicano havia dito que países aliados dos EUA mantiveram suas tropas fora da linha de frente durante a Guerra ao Terror dos EUA no Afeganistão. Britânicos perderam 182 militares ao longo da campanha americana no país.

Em Davos, Trump insiste em compra da Groenlândia e diz que não fará uso da força, mas ameaça Europa e Otan
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, classificou os comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, de "ofensivos" e "deploráveis", quando este reclamou da suposta falta de apoio da Otan aos EUA.
Trump tem reclamado constantemente da suposta falta de apoio da aliança militar em relação aos interesses dos EUA. O republicano chegou a alegar que as tropas enviadas por países da Otan ao Afeganistão não chegaram a atuar na linha de frente durante a campanha americana no país — o que não é verdade.
Os comentários sobre o Afeganistão motivaram os comentários de Starmer nesta sexta. O Reino Unido perdeu 182 mortos em combate no país.
Na quinta, Trump havia sugerido que o país deveria acionar a Otan para lidar com a imigração na fronteira com o México, ao tratar a entrada de migrantes como uma “invasão”.
O Artigo 5 da Otan nunca foi usado para lidar com imigração e é tradicionalmente associado a ataques armados contra países-membros. Os Estados Unidos invocaram o mecanismo uma única vez, em 2001, após os atentados terroristas de 11 de setembro.
As declarações de Trump foram feitas em meio a tensões entre os norte-americanos e a Europa. O presidente tem pressionado países aliados ao defender que os EUA assumam o controle da Groenlândia, que é um território autônomo da Dinamarca.
Na quarta-feira (21), durante o Fórum Econômico Mundial na Suíça, Trump afirmou que nenhum outro país além dos EUA é capaz de garantir a segurança da Groenlândia. Ele disse ainda que não pretende usar a força para tomar o território, mas voltou a ameaçar a Otan com retaliações.
“Nunca pedimos nada à Otan e nunca ganhamos nada da aliança. E provavelmente não teremos nada, a menos que eu decida empregar força excessiva”, afirmou.
Mais cedo, nesta quinta-feira, Trump afirmou que avançou nas negociações com a Otan sobre a Groenlândia. Segundo ele, os Estados Unidos buscam acesso total à ilha.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante reunião com o secretário-geral da Otan, em 21 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

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