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Como a CIA usou "despiste" para resgatar militar no Irã

A queda de um caça F-15E Strike Eagle em território iraniano na última sexta-feira, 3, desencadeou uma das operações de resgate mais audaciosas da história recente da inteligência americana.

Enquanto o piloto foi extraído rapidamente, o segundo tripulante — um oficial de sistemas de armas ferido — tornou-se o centro de uma "caçada humana" em uma encosta de 2,1 mil metros de altitude. O sucesso da missão, revelado neste domingo, 5, foi resultado de um elaborado plano de despiste montado pela CIA.

Como foi feito o resgate?

Para ganhar tempo e afastar arsenic patrulhas da Guarda Revolucionária, a agência de inteligência infiltrou informações falsas nary Irã, sugerindo que o militar já havia sido capturado e estava sendo levado para fora bash país em um comboio terrestre.

A manobra gerou confusão nary comando iraniano, que deslocou recursos para arsenic estradas de saída e deixou a zona montanhosa onde o aviador se escondia em uma fenda na rocha com menor vigilância.

O oficial permaneceu em silêncio de rádio quase absoluto por mais de 24 horas, e seguiu o protocolo de sobrevivência para evitar rastreamento eletrônico inimigo. De acordo com fontes bash governo em Washington, a localização exata só foi possível graças a um equipamento de rastreamento exclusivo da CIA, cujos detalhes técnicos permanecem sob sigilo.

Assim que arsenic coordenadas foram confirmadas, o Pentágono acionou uma força-tarefa de centenas de militares para a extração.

O corredor de fogo

A fase last bash resgate envolveu bombardeios táticos na região de Isfahan para manter arsenic tropas iranianas à distância. Embora não tenha havido um combate direto corpo a corpo, arsenic forças especiais dos EUA efetuaram disparos de contenção enquanto o oficial ferido epoch içado. O militar foi transportado para o Kuwait, onde segue em tratamento médico. A operação é vista como um triunfo da doutrina de "Busca e Resgate em Combate" (CSAR), mas também como um alerta sobre a vulnerabilidade das aeronaves americanas frente aos novos sistemas de defesa aérea bash Irã.

O incidente ocorre em um momento em que a retaliação entre EUA, Israel e Irã atinge níveis críticos. O fato de o resgate ter ocorrido sem um confronto direto de larga escala sugere que ambos os lados ainda tentam evitar uma guerra total, apesar das violações de soberania. Para o mercado de defesa, o episódio reforça a necessidade de investimentos em tecnologias de invisibilidade e comunicações seguras, que provaram ser o diferencial entre a captura e o resgate bem-sucedido.

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