
A Fictor, conglomerado de participações em empresas, entrou no caso do Banco Master ao anunciar uma proposta de compra em novembro do ano passado, a qual não se concretizou. A empresa, depois, virou alvo de ações judiciais e investigação, até pedir recuperação judicial. Executivos da empresa foram alvo hoje de uma operação da PF contra fraudes bancárias.
O que aconteceu
Fictor ganhou projeção em novembro ao apresentar uma oferta para comprar o Banco Master. A proposta foi divulgada um dia antes de o Banco Central decretar a liquidação da instituição, e isso levantou suspeitas sobre os planos da Fictor.
Uma reunião interna gravada dias antes do colapso mostra que a compra do Master era vista como forma de ter um banco na mão. O diretor da Fictor Rafael Paixão disse que a operação permitiria à empresa migrar captações de SCP (Sociedades em Contas de Participação) para produtos bancários como CDB, que têm garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o valor de R$ 250 mil.

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