A novidade coloca o nível máximo de proteção, mas limita alguns recursos do aplicativo. Anexos e prévias de links enviados por desconhecidos, por exemplo, são bloqueados automaticamente.
O pacote de segurança ativa a confirmação em duas etapas, voltada para evitar que a conta seja ativada em outro celular, e bloqueia ligações de desconhecidos.
Além disso, apenas contatos podem ver informações como "visto por último" e "online", bem como adicionar o usuário a grupos.
Para ativar a proteção adicional, é preciso acessar "Configurações", selecionar "Privacidade", clicar em "Configurações avançadas" e habilitar a opção "Configurações rigorosas da conta".
Configurações rigorosas do WhatsApp — Foto: Divulgação/WhatsApp
Segundo o aplicativo, ele é voltada para pessoas como jornalistas e figuras públicas que "podem precisar de proteções extremas contra ataques cibernéticos raros e altamente sofisticados".
A plataforma também implementou uma linguagem de programação chamada Rust para proteger fotos, vídeos e mensagens de programas espiões.
O WhatsApp é mais uma das plataformas que permitiu aos usuários optar por proteções mais robustas contra hackers em troca de uma experiência mais restritiva.
Em 2022, a Apple lançou o "Modo de Bloqueio", que descreve como "uma proteção extrema e opcional" projetada para "pouquíssimos indivíduos" que podem ser alvos de ameaças digitais avançadas.
Disponível para iPhone e macOS, o recurso desativa a maioria dos anexos de mensagens e prévias de links, além de restringir chamadas do FaceTime e navegação na web.
Em 2025, o Android começou a oferecer o "Modo de Proteção Avançada" para usuários com "alta consciência de segurança".
Assim como o "Modo de Bloqueio", o recurso sacrifica alguns recursos em prol de uma segurança aprimorada, incluindo a restrição de downloads de aplicativos potencialmente arriscados de fora da Play Store, do Google.
Um pesquisador que ajuda a defender figuras da sociedade civil contra ataques de hackers disse à Reuters que o anúncio do WhatsApp foi "um desenvolvimento muito bem-vindo".
O recurso ajudará a proteger dissidentes e ativistas, além de incentivar outras empresas de tecnologia a aprimorarem seus serviços, afirmou John Scott-Railton, do Citizen Lab, grupo de pesquisa da Universidade de Toronto. "Minha esperança é que outros sigam o exemplo", disse.

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2 meses atrás
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