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Como funciona o sistema que permitiu achar Sérgio Nahas na Bahia?

Tecnologia usada na Bahia é integrada com Banco Nacional de Mandados de Prisão. Mantido pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o sistema abriga todas as pessoas com mandados de prisão expedidos pela Justiça brasileira - o que inclui provisórios, condenados, foragidos ou submetidos a outras medidas penais (como restrição de descolamento, por exemplo).

Fora reconhecimento facial, câmeras analisam placas de carro. Algoritmos usam a tecnologia OCR (reconhecimento óptico de caracteres) e inteligência artificial para reconhecer placas. Além disso, há uma checagem para saber se veículos foram furtados ou roubados.

Centro de Operações e Inteligência 2 de Julho, da Bahia, mostra pessoas detectadas por sistema de reconhecimento facial
Centro de Operações e Inteligência 2 de Julho, da Bahia, mostra pessoas detectadas por sistema de reconhecimento facial Imagem: Ascom/SSPBA

Em 2025, a Bahia diz que encontrou mais de 2 mil foragidos graças ao sistema de reconhecimento facial. Neste ano, até janeiro de 2026, a Secretaria de Segurança Pública do estado diz que já prendeu 80 pessoas até dia 20 de janeiro.

Grandes cidades brasileiras contam com sistema de reconhecimento facial em áreas públicas. Em São Paulo, há o Smart Sampa, administrado pela prefeitura. Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Manaus (AM) também contam com sistema semelhantes.

Especialistas criticam uso massivo da tecnologia

Organizações dizem que tecnologia não funciona bem para detectar quem tem pele escura. Como a maioria das vezes o treinamento é feito com pessoas de pele branca, isso pode influenciar ocorrências de falso positivo, fazendo com que público de pele escura seja mais abordado.

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