Ao comparar instituições e modalidades, é importante analisar o Custo Efetivo Total (CET), que inclui a taxa de juros mensal, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e outras taxas embutidas. Também devem ser considerados o prazo para pagamento, o valor das parcelas, a existência de tarifas e de seguros obrigatórios e os requisitos exigidos. "Sempre sugiro que a pessoa ou a empresa simulem a tomada de crédito antes da tomada de decisão", aconselha Keller.
Documentação necessária
Para pessoa física, a documentação básica inclui RG, CPF, comprovante de renda e comprovante de residência. Em alguns casos, pode ser exigido comprovante de emprego ou declaração de autônomo.
Para pessoa jurídica, são necessários CNPJ, contrato social, extratos bancários da empresa, declarações fiscais, balanço patrimonial, comprovante de faturamento e documentos de todos os sócios. O banco fará uma due diligence (diligência prévia, em tradução livre) dos sócios para verificar a regularidade do negócio.
Solicitação e acompanhamento

A solicitação pode ser feita online ou presencialmente em uma agência. Keller sugere conversar com o gerente para uma análise mais criteriosa e, potencialmente, juros mais baixos do que uma análise totalmente eletrônica.

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1 mês atrás
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