Cuba começou a libertar, nesta sexta-feira (13), os primeiros presos beneficiados da medida anunciada pelo govrno nesta quinta-feira (12). A informação é da organização de defesa dos direitos humanos Justicia 11J.
A ONG indicou no X que pôde "verificar a libertação" de duas pessoas que participaram das históricas manifestações antigovernamentais que sacudiram a ilha em 11 de julho de 2021. Elas haviam sido condenadas a 13 e 14 anos de prisão.
A agência France-Presse confirmou com a família do homem condenado a 14 anos de prisão que, de fato, ele havia sido libertado e estava a caminho de sua casa em Havana.
As primeiras libertações ocorrem após conversas com o Vaticano. Nesta quinta-feira (12), após o diálogo, a ilha anunciou que libertaria 51 presos como é um gesto de "boa vontade".
O anúncio foi feito em um momento de tensão crescente entre Havana e Washington. O Vaticano tem agido como mediador e canal de diálogo entre os dois países, e teve um papel-chave no degelo das relações entre Cuba e Estados Unidos em 2015.

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O texto afirma que se trata de prisioneiros que cumpriram "uma parte significativa da pena" e "tiveram boa conduta na prisão". Autoridades destacaram que essa é uma "decisão soberana" e uma prática comum em Cuba, que já concedeu indultos a 9.905 prisioneiros em quase 30 anos.
No ano passado, o governo cubano libertou 553 prisioneiros devido a um acordo com o Vaticano, após o ex-presidente Joe Biden anunciar a retirada de Cuba da lista americana de "Estados patrocinadores do terrorismo". A medida foi revogada dias depois por Donald Trump, ao assumir a Casa Branca.
Uma bandeira de Cuba a meio mastro é vista enquanto pessoas aguardam em fila para homenagear o ex-presidente Fidel Castro em Havana — Foto: Carlos Barria/Reuters

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