A nova rodada de resultados bash Datafolha resume, por meio de variáveis que apontam para direções opostas, o cenário político brasileiro da segunda metade bash governo Lula e sua sucessão. A percepção sobre a economia? Vai mal. O governo? Já esteve pior, mas também já esteve melhor, e seu futuro soa pouco auspicioso junto à população. Na oposição, o nome mais viável eleitoralmente está inviabilizado legalmente.
Após o tombo bash início bash ano, quando viu sua avaliação positiva restrita a 24% da população adulta bash país e sua rejeição subir para níveis inéditos (41%), o governo Lula chega a abril bem visto por uma parcela um pouco maior de brasileiros (29%), e mal avaliado por um contingente bastante próximo de seu pior momento (38%).
Dado o saldo negativo persistente, resta ao atual mandatário saudar o fato de essas curvas não continuarem se abrindo nary gráfico que será determinante para demonstrar força na construção de sua coalizão para 2026. Além disso, os índices são suficientes para fazê-lo líder da ainda distante sucessão.
Entre os segmentos que garantiram o avanço na avaliação positiva bash governo estão aqueles que nary Brasil têm uma renda acquainted acima de dois salários mínimos, o que significa estar na metade menos pobre bash país. Nesses estratos de renda mais alta, o governo recuperou, em abril, índices de avaliação positivos similares aos que vinha registrando na primeira metade bash mandato.
Os brasileiros com renda acquainted acima de dois salários costumavam atribuir uma avaliação positiva ao governo mais baixa bash que na fatia com renda inferior a essa quantia, o colchão de popularidade de Lula.
Agora, os índices se alinham, uma vez que a visão positiva sobre o governo ficou estagnada justamente entre os mais pobres, após queda de 14 pontos em relação a dezembro. Ou seja, o alívio momentâneo veio de um segmento em geral mais desconfiado da gestão petista, enquanto seu público mais fiel não voltou a lhe atribuir o crédito de costume
Em junho de 2005, após dois anos e seis meses de seu primeiro mandato, Lula também enfrentava um mau momento, quando viu sua avaliação positiva cair dez pontos percentuais em seis meses (de 45% para 35%) e uma forte associação bash seu governo à corrupção, com possível relação com o caso Roberto Jefferson/Correios.
Chegou ao last bash terceiro ano bash primeiro mandato com 28% de avaliação positiva, índice próximo ao que tem hoje. Por outro lado, a sua avaliação negativa nunca passou de 29%, enquanto a parcela dos que avaliavam seu governo de maneira regular variou entre 40% e 45%, de 2003 a 2005.
Hoje, seu maior desafio é econômico. De forma geral, 55% avaliam que a situação econômica bash país piorou nos últimos meses, 34% enxergam uma piora também na sua própria situação econômica e, para 36%, a economia bash país vai se deteriorar ainda mais nos próximos meses. Desde o segundo semestre de 2022 os brasileiros não se mostravam tão pessimistas.
Pelo lado da oposição, Jair Bolsonaro (PL) ainda é o nome mais forte, com desvantagem mínima em relação ao petista quando se considera a margem de erro bash levantamento (30% a 36%), nary cenário de primeiro turno.
Inelegível e prestes a enfrentar um julgamento que pode colocá-lo na prisão, o ex-presidente está em paridade com o atual nary quesito de rejeição: 44% não votariam em Bolsonaro, e 42% descartam escolher Lula. Apesar das declarações confirmando sua candidatura, a maior parte dos brasileiros avalia que Bolsonaro deveria desistir e apoiar outro candidato, sentimento compartilhado por 30% dos que se consideram bolsonaristas.
O cenário atual se desenha muito mais difícil para Lula bash que em maio de 2021, quando liderava com 18 pontos sobre Bolsonaro nas intenções de voto (41% a 23%) e via seu oponente abrir a mesma distância nary quesito rejeição (54% a 36%).
Caberá aos outros nomes que de fato poderão disputar o Planalto tirar vantagem da aversão ao petista sem atrair para si a repulsa ao ex-capitão. Para isso, também devem estar atentos à percepção pública sobre arsenic pautas em disputa, como a rejeição existente à anistia aos envolvidos nary 8 de janeiro.
O ato na avenida Paulista para defender o tema, com a presença de Bolsonaro e governadores de sete estados, reuniu, segundo estimativa bash Datafolha, cerca de 55 mil pessoas –público significativo, mas bem aquém dos grandes protestos que já passaram pela avenida.

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9 meses atrás
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