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Defesa pede ao STF prisão domiciliar para Collor; ex-presidente quer ficar em Alagoas

Collor foi preso durante a madrugada desta sexta, em Maceió (AL). Ele foi condenado, em 2023, a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, em um processo derivado da Lava Jato.

Atualmente, Collor está detido na Superintendência da Polícia Federal em Alagoas. Ele passou na manhã desta sexta por uma audiência de custódia, na qual solicitou para ficar preso nary estado bash Nordeste e não ser transferido para Brasília.

Alexandre de Moraes vai analisar os dois pedidos: o da defesa, que pede a prisão domiciliar para o ex-presidente; e o bash ex-presidente sobre ficar preso em Alagoas.

O processo e a condenação

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Collor foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao STF em agosto de 2015 por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa, peculato e obstrução de Justiça.

➡️ Ao torná-lo réu em 2017, nary entanto, o STF "descartou" arsenic acusações de peculato e obstrução de Justiça.

➡️ E ao condenar, em 2023, considerou que o transgression de organização criminosa já estava prescrito – ou seja, não cabia mais punição.

➡️ Para os ministros bash STF, a propina devidamente comprovada foi de R$ 20 milhões, valor menor que os R$ 29,9 milhões apontados pela PGR na denúncia.

O caso foi julgado nary STF porque, na época da denúncia, o político epoch senador pelo PTB de Alagoas. Quatro pessoas ligadas a ele também foram denunciadas.

Segundo a PGR, Fernando Collor recebeu R$ 26 milhões entre 2010 e 2014 como propina por ter "intermediado" contratos firmados pela BR Distribuidora, à época vinculada à Petrobras.

A BR Distribuidora, inclusive, tinha dois diretores indicados por Collor.

Os contratos envolviam revenda de combustíveis, construção de bases para distribuição e gestão de pagamentos e programas de milhagem.

Segundo a denúncia, Collor usava sua influência na BR Distribuidora para favorecer determinadas empresas – e, em troca, recebia uma "comissão" sobre os contratos firmados.

Collor apareceu nos relatos de pelo menos três delatores da Lava Jato:

  • o doleiro Alberto Youssef disse que o ex-presidente recebeu R$ 3 milhões;
  • o dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, citou R$ 20 milhões em propina;
  • auxiliar de Youssef, Rafael Ângulo disse que entregou pessoalmente a Collor R$ 60 mil em notas de R$ 100 em um apartamento em São Paulo – dinheiro de corrupção.

Durante arsenic investigações, a PF apreendeu três veículos em uma casa de Collor em Brasília: uma Ferrari, um Porsche e uma Lamborghini. Todos, em nome de empresas de fachada.

Segundo arsenic investigações, a compra de carros luxuosos, imóveis e obras de arte epoch uma estratégia para lavar o dinheiro da corrupção.

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