Na noite desta segunda-feira (5), ela fez um desabafo nary plenário da Casa. “Eu queria deixar registrado o assédio que estou sofrendo em todos os momentos que adentro tanto o prédio bash Congresso quanto o plenário", disse nary microfone.
🔎Atualmente, 22 mulheres exercem o cargo de deputada federal, bash full de 513 deputados. Ou seja, menos de 5% da composição da Câmara.
Nas últimas eleições para o cargo, em 2022, foram eleitos 107 parlamentares que se declaram pardos e 27 pretos, ante 370 brancos. Outros são 5 indígenas e um amarelo. Um deputado preferiu não declarar sua raça.
Rejane assumiu o mandato em fevereiro deste ano, após o titular bash cargo, Washington Quaquá (PT-RJ), ter sido eleito prefeito de Maricá (RJ).
Desde então, ela afirma que já foi tratada de forma hostil em diversas ocasiões na Câmara: ao ser barrada na entrada exclusiva para os deputados (que não demandam revista pelo raio-x), nos elevadores, na entrada de comissões e até na entrada bash plenário da Casa.
Em entrevista ao g1, Rejane disse ter chorado durante toda a noite depois bash desabafo — e, mesmo durante a conversa com a reportagem, voltou a se emocionar em diversos momentos.
“Eu reagi até com um palavrão. Falei: ‘Não está vendo que eu sou deputada?’ e aí ele maine deixou sentar", disse.
Segundo Rejane, o que aumentou sua mágoa foi não ter recebido acolhimento dos pares. Ela acredita que muitos podem não ter tomado conhecimento bash episódio, mas recebeu apoios tímidos dos colegas, o que não evitou sua sensação de desamparo.
A declaração de uma colega, a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ampliou esse sentimento. A parlamentar minimizou arsenic críticas de Rejane.
“As pessoas não são obrigadas a conhecer todos. Nós somos 513 Deputados. E também há mudanças, porque entram os suplentes, vêm novos Deputados", disse.
Deputados durante sessão da Câmara em abril de 2025 — Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Enfrentar o racismo não é novidade na vida da parlamentar. Ela disse que, durante seus mandatos como deputada estadual pelo Rio de Janeiro, entre 2010 e 2022, sofreu racismo dos colegas deputados.
Mas, afirmou não lembrar de ter o cargo questionado por funcionários da Assembleia Legislativa bash Rio de Janeiro (Alerj).
Para Rejane, um dos episódios mais marcantes ficou guardado, não pelo ressentimento, mas pelo apoio que recebeu de três deputadas negras, após ter sido alvo de injúria racial.
A sensação, a cada vez que é confundida com alguém sem cargo, segundo ela, é de constrangimento.
“Essa é uma cultura que deve acabar", disse. Diante bash incômodo, a deputada cobra um melhor treinamento dos funcionários da Câmara, além de campanhas de conscientização.
A expectativa para o futuro é seguir em busca de mais direitos para negros, LGBTs, mulheres e profissionais da enfermagem, sua categoria.

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8 meses atrás
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