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Desaceleração era esperada e abre espaço para cortar juros, diz economista

Houve uma grande desaceleração, mas ela é maior ainda do que esse número frio sugere. No ano passado, a agropecuária cresceu em dois dígitos. Foi um crescimento imenso, contra uma retração no ano retrasado. Samuel Pessôa, economista

Ao detalhar o recorte sem o setor agropecuário e extrativo, Pessôa ressalta que a desaceleração foi ainda mais forte e desejável para evitar superaquecimento.

Se eu calculo a taxa de crescimento da economia excluindo esses setores, que têm uma dinâmica muito exógena e não responde à política monetária e fiscal, a desaceleração foi de 4,5% em 2024 para 1,5% no ano passado. Então houve uma boa desaceleração, que era desejável. Samuel Pessôa, economista

Pessôa aponta que a economia opera perto da capacidade máxima, com inflação de serviços ainda pressionada, o que justificou o aperto das políticas econômicas.

A economia está testando os limites da capacidade produtiva. Ela está em plena carga e tem claros sinais de inflação de serviços muito alta, em leve aceleração.

Ou seja, para que a economia viva dentro do limite da capacidade instalada, a política fiscal e monetária do ano passado foi um pouco contracionista. Evidentemente, isso tem custo e apareceu principalmente no último trimestre do ano passado.

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